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Cinco dicas para começar bem a segunda-feira.

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O despertador pela manhã é o anúncio do fim do descanso. Depois de dois dias de folga, chega a segunda-feira, que mais parece um monstro pronto para te atacar.

"A segunda-feira é o dia com menor índice de execução de tarefa e maior índice de adiamento", afirma Christian Barbosa, especialista em produtividade e dono da Triad Consulting. "Começamos a segunda-feira ainda na velocidade do final de semana, demoramos mais para pegar no tranco." 

No entanto, com um pouco de organização e força de vontade é possível tornar a segunda-feira um dia mais agradável e, principalmente, mais produtivo. Confira as dicas do especialista para começar a semana com o pé direito e evitar a desorganização nos quatro dias que seguem a segunda-feira.

Conclua as tarefas de sexta-feira

O lema "não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje" é o que fala mais alto no planejamento semanal. Sempre que possível, evite deixar atividades por terminar na sexta-feira. Se for inevitável, distribua o restante da atividade nos três primeiros dias da semana. "É melhor não deixar para terminar tudo na segunda-feira", diz.

Esqueça as reuniões no começo da semana

O ideal, segundo o especialista é marcar as reuniões de planejamento nas quartas, quintas e sextas-feiras. "Nós já estamos em um ritmo mais lento no começo da semana, reuniões acabam tomando muito tempo e sobra pouco para a organização das tarefas pessoais", diz.

Evite planejar excessivamente a sua segunda-feira

Por incrível que pareça, Christian sugere que apenas três ou quatro horas do dia sejam dedicadas a atividades previamente marcadas. "Você precisará de mais tempo para a organização da semana, portanto, evite encher a segunda de compromissos."

Tome notas

Christian aconselha utilizar ao menos um organizador prático como o Outlook, uma planilha de atividades ou até mesmo um bloco de notas. "Não podemos confiar na memória, caso contrário perdemos a concentração nas atividades a todo momento, com a voz interna lembrando de tudo que temos a fazer."

Receba a segunda-feira de braços abertos

O especialista lembra que, apesar de todas as reclamações quanto às segundas-feiras, o início de uma nova semana deve ser sempre lembrado como uma nova oportunidade de realizar seus projetos. "É claro que ninguém fica feliz quando acaba o descanso, mas quando se faz o que se gosta, uma segunda-feira deixa de ser um martírio e vira uma oportunidade."

Planeje sua vida e seja mais feliz.

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Se você está pensando em dar uma guinada na sua vida, comece pela introspecção. "Momentos assim são importantíssimos quando perseguimos a mudança. Nessas horas, conseguimos enxergar com clareza se estamos contentes com o que conquistamos e também definimos como queremos viver e o que é de fato importante para nós", opina a psicoterapeuta Monika von Koss, de São Paulo.
E nada de querer virar o mundo de ponta cabeça. Transformações radicais estão fadadas ao fracasso. É por isso que tanta gente abandona suas resoluções assim que elas se mostram insustentáveis. "Grandes mudanças resultam de uma série de pequenas atitudes cristalizadas ao longo do tempo. Isso torna o processo mais orgânico, fluido", garante a especialista.
Uma dica para dar os primeiros passos é seguir uma lista. "Essa ferramenta nos permite avaliar nosso grau de merecimento e também nossas prioridades. Eis uma boa pergunta a fazer: será que estou me esforçando tanto para comprar o que não preciso e gastando até o que não tenho simplesmente para impressionar quem não conheço?", explica psicólogo junguiano Waldemar Magaldi Filho, de São Paulo, autor de Dinheiro, Saúde e Sagrado (ed. Eleva Cultural).
A seguir, aproveite as dicas dos especialistas para resolver antigas pendências ou simplesmente injetar mais energia nos setores da vida que andam "abatidos".
Amor - Se você está sozinha, mas anseia por formar um par, comece a admitir para si mesma o quanto um relacionamento poderá enriquecer sua vida. "É comum o ser humano desdenhar o que não possui ou considera difícil de ser alcançado como estratégia de defesa", afirma o psicólogo clínico Ailton Amélio da Silva, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), autor de Relacionamento Amoroso (ed. Publifolha) entre outros títulos.
Se você já tem um parceiro e estão enfrentando problemas, não há motivo para pânico. "Todos os casais enfrentam altos e baixos. E, muitas vezes, passada a fase ruim, retomam a união com mais força", assegura Ailton. Segundo ele, para nos aproximarmos de quem amamos, devemos esboçar, com frequência, gestos construtivos: conversar, apoiar o outro, ser compreensivo, compartilhar objetivos, investir na sintonia sexual.
Também é válido reconsiderar o que se espera de um compromisso. "Precisamos nos apossar de nossas questões para só então estarmos com o outro sem transformá-lo em nosso pilar de sustentação", enfatiza Margarete Volpi, psicoterapeuta familiar e de casal, de São Paulo. "Resgatar os aspectos positivos da relação em vez de focalizar as divergências costuma ser restaurador", endossa Margarete. Segundo ela, o diálogo precisa de constante uso, senão a comunicação fica prejudicada. Acolher a opinião do outro, mesmo que seja diferente da sua, é outro exercício que deve entrar na agenda do par. "Você não tem de concordar, mas pode aceitar a posição do parceiro. Essa postura evita muitos desgastes", aponta a psicoterapeuta.

Além de manter a escuta disponível, observe se vocês continuam marcando o mesmo passo ou se a coreografia está desencontrada. Pode ser que os dois só precisem ajustar o ritmo. "As pessoas mudam, os sonhos mudam, assim como as necessidades e as circunstâncias. Portanto, o casal precisa, de tempos em tempos, readaptar-se ao cenário", aconselha Margarete.
Agora, se você está reunindo coragem para sair de uma relação que há tempos perdeu o sentido, não hesite em pesar os prós e os contras dessa decisão. Portanto, não se precipite, tampouco se acomode. "Permanecer num relacionamento ruim é pior, pois empata a vida das duas partes, muitas vezes tornando o clima em casa prejudicial para os filhos", avalia Ailton.
Trabalho - "Não é difícil mudar os rumos da vida profissional. Difícil e desaconselhável é permanecer numa posição que nos oprime de alguma maneira. Quem não está satisfeito vai à luta", desafia Ana Fraiman, psicóloga, consultora de carreiras e autora do livro O Chefe dos Meus Sonhos (ed. Alexa Editorial).
"A pessoa frustrada se sente improdutiva, o que abala sua autoestima", observa João Marcos Varella, consultor da DBM Brasil e autor de O Desafio de Empreender (ed. Campus). O incômodo pode ter muitas origens e essas questões podem ser resolvidas em boa medida por meio do diálogo com o chefe. Faça o que estiver ao seu alcance, só não sinta pena de si mesma. "Colocar-se na posição de vítima atrapalha tudo", alerta João Marcos. Hoje, concordam os especialistas, cada um deve se responsabilizar pelo próprio aprimoramento. Desde escolher um novo trabalho, cursar uma especialização, ativar o network com antigos colegas, amigos e parentes, até manter uma poupança para tempos difíceis.
Relações pessoais - "Para que possamos melhorar qualquer tipo de relacionamento, temos de melhorar antes a maneira de nos relacionarmos com nós mesmas: respeitar-se, perdoar-se, honrar os próprios valores, seguir a intuição", afirma a psicoterapeuta Patricia Gebrim, de São Paulo, autora do livro Enquanto Escorre o Tempo – Pensamentos, Histórias e Metáforas sobre a Vida (ed. Pensamento).
O próximo passo é selecionar quem queremos manter perto de nós. "Quando nos conhecemos bem, conseguimos eleger os que merecem pertencer ao nosso círculo mais íntimo. Muitas vezes, relações baseadas no interesse drenam nossa energia", diz ela. Se você está querendo fazer uma faxina na lista de supostos amigos, privilegie o contato com pessoas do bem, ou seja, "que tratem você com consideração e respeito e, sobretudo, que a respeitem do jeito que você é", aconselha a especialista.
É comum ainda o desentendimento nascer da nossa incapacidade de aceitar o modo de amar alheio. "Às vezes, o jeito de a pessoa se comportar ou se expressar é diferente do que avaliamos como sendo o certo. Daí nos frustramos e nos distanciamos", explica a terapeuta familiar Roberta Palermo, de São Paulo. Poderíamos, ao contrário, entender as motivações do outro, mesmo sem aprová-las.

Dicas para você amar o emprego que você já tem.

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Mesmo que aquela gostosa sensação de satisfação plena com o trabalho tenha sumido, não é preciso correr atrás de novas oportunidades para recuperar a felicidade. Veja o que fazer:

Você se imagina, várias vezes, que está no cinema, na sorveteria ou em qualquer lugar bem longe do escritório? Diagnóstico: seu trabalho deve estar muito tedioso. Você não é a única a odiar seu emprego. Quase metade das pessoas entrevistadas pela Right Management, consultoria de recursos humanos, está insatisfeita com o trabalho: 5 700 profissionais responderam "não" ao serem perguntados se eram felizes com a atividade atual. Pois é. Mas não precisa bater na porta de outra empresa ou ir para outra área. Reverter o quadro sem pedir demissão é mais esperto. "Ficar na mesma empresa é melhor por causa do vínculo, que é o que faz você crescer e ser promovida", diz  a consultora Elaine Saad. Mudar de endereço aumenta o tempo para construir vínculo na nova organização. E o pior: os problemas podem voltar. Os motivos que fazem você chorar nas noites de domingo geralmente são os mesmos que poderiam deixá-la tão entusiasmada quanto ter o salário do Bill Gates. Ou até mais. Dinheiro até traz felicidade, mas não tão duradoura quanto a gerada pelos fatores a seguir:

O chefe

Quase sempre ele é o causador dos problemas. "O chefe imediato é responsável por até 75% dos pedidos de demissão", diz Elaine. As queixas são as mais variadas: ele "Não ouve minhas ideias", "Não valoriza meu trabalho", "Pede coisas impossíveis", "Nunca explica o que quer", "Esquece que eu sou só uma"... Se você costuma repetir algum desses mantras, saiba que apenas reclamar não adianta. Em vez disso, fale. Sim, só assim pode mudar algo. "Não dá para demitir o chefe, mas dá para ensiná-lo a trabalhar com você", diz a consultora de RH Stella Angerami. Seja clara e objetiva, sem esquecer a hierarquia. Da próxima vez que ele despejar em sua mesa uma pilha de tarefas urgentes, mas impossíveis de ser realizadas em um dia, diga: "Preciso saber quais são as prioridades para me organizar, porque não vou conseguir fazer tudo hoje". Acredite, dá certo.

O orgulho

"Para ter felicidade profissional, você precisa enxergar um significado para o seu trabalho e ver que é valioso e útil para si e para os outros", diz o professor Anderson Sant'Anna. Quem não vê sentido para o seu suor de todo dia dificilmente se mantém satisfeito com o que faz. A saída é entender melhor os processos da empresa e identificar como as tarefas que executa se encaixam no contexto. Você pode ter que conversar com os colegas e com o chefe. Para fazer bem a sua parte, é preciso entender de que forma você contribui.

O reconhecimento

Todo mundo quer saber se o que faz está agradando. Vai bater desânimo se a dedicação for total e a empresa nunca der sinais de que você é importante - seja aumentando suas responsabilidades, seja escalando você para uma viagem ou para um curso. "Quando não há retorno, a sensação é de dar muito sem receber nada", diz Elaine. "Mas só ouvir parabéns basta." Se nunca escutou algo parecido, diga para seu chefe: "Gostaria de ter uma avaliação do meu trabalho, dos meus pontos fortes e do que posso melhorar". Se não quiser algo tão formal, sonde caso a caso: "E aquele relatório que fiz, será que posso usá-lo como modelo?" Repita a operação sempre que necessário. Quanto ao curso ou à viagem, pague para ver: candidate-se e ouça a resposta.

Os desafios

Não há quem resista a passar anos fazendo a mesma coisa. A gente precisa de desafios para testar capacidades e para desenvolver novas aptidões. "Quem não os tem pode cair na síndrome da estagnação", diz o consultor Gutemberg B. de Macedo. De novo: se está faltando esse ingrediente, você precisa se mexer. "Você pode se candidatar para assumir um projeto mais complexo dentro da própria empresa", diz Macedo. A dica é ficar sempre de olho nas oportunidades. Se a companhia ganhou um novo cliente de uma área que você domina, dê ideias e mostre que entende do mercado.

As perspectivas

"Ainda que você goste do que faz e da empresa em que está, se quando olha para a frente pensa que vai morrer no mesmo lugar, vai se sentir insatisfeita", afirma Elaine. Aqui não tem segredo: se você acha que já passou da hora de ser promovida, encontre o momento para conversar sobre o assunto com o chefe. De novo, seja objetiva: "Não é só dizer 'Quero crescer', mas 'Tenho condições de crescer e de assumir isso e aquilo'", diz Elaine. Antes, porém, a especialista aconselha fazer uma avaliação realista sobre as suas capacidades e estocar munição para a conversa. Será preciso explicar e dar exemplos bem práticos de por que você se sente preparada para subir - e, se o chefe não parecer pensar o mesmo, convencê-lo disso.

O equilíbrio

Se você trabalha demais e tem sido impossível encontrar as amigas, deve estar infeliz e estressada com as horas que passa fora de casa. "A verdade é que a maioria não usa o tempo da melhor forma", diz Macedo. A solução está na organização. O ideal é estabelecer metas e prioridades diariamente: identifique as atividades urgentes e as que são importantes mas podem esperar e dirija toda a sua energia para realizar o que interessa. Se isso virar rotina, vai sobrar espaço na agenda para pegar um cineminha, namorar, fazer academia. Macedo só faz um alerta: "Tem sempre um chefe que telefona a qualquer hora e você se sente na obrigação de atender". Nesse caso, dar um basta é função toda sua.

Os colegas

"Relacionar-se é outro fator para a felicidade no trabalho", observa Sant'Anna. Claro, você não precisa viajar para a praia com o pessoal do escritório, mas, se está desenturmada, saiba que dá para tornar o ambiente agradável. "Manter uma convivência amistosa é o primeiro passo", diz Stella. Além disso, tente achar pontos em comum com alguns colegas. Assim, terá companhia para almoçar e tomar um café durante a tarde - aos poucos, o ambiente parecerá mais acolhedor. O problema acontece quando você não tem o perfil da empresa. Aí, sim, mudar é a melhor escolha.

Mudança comportamental e gestão emocional no trabalho.

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As exigências do cliente, concorrência exacerbada, emergência do serviço, pressões dos accionistas, colocam as empresas numa constante reestruturação. Já não é necessário demonstra-se a necessidade da mudança e da adaptação. O objectivo desta adaptação é ajustar-se às evoluções do meio que se vão acelerando e até mesmo precede-las. Hoje em dia, as organizações são obrigadas a considerar a mudança como um estado permanente. A mudança é a aprendizagem de um novo comportamento. Qualquer mudança visível assenta numa modificação do comportamento do indivíduo ou da organização. Simultaneamente é acompanhada por uma modificação dos conhecimentos correspondentes à nova experiência realizada no plano comportamental, que coloca os indivíduos em estados de “alerta” para a necessidade de responder de forma eficaz à alteração de rotinas e hábitos que podem em determinadas situações gerar ansiedade e stress disfuncional.

A ansiedade e o stress podem ser entendidos como tentativas do indivíduo (veja que não uso o termo mental nem físico) em adaptar-se a alguma nova situação, trata-se de uma mobilização global do organismo que aparece quando este é submetido a uma tensão suficientemente forte. Devemos ter presente, que a ansiedade e/ou o stress não são doenças em si, mas podem proporcionar o desenvolvimento de outros problemas.

Este sistema de defesa que a biologia instilou em nós ao longo da evolução é algo de extraordinário, mas na vida actual com todas as subtilezas que ela nos revela, não poderá «virar-se o feitiço contra o feiticeiro»? Não há como evitar a conclusão de que o actual sistema de defesa se tornou, por si mesmo, uma ameaça fundamental à nossa saúde. Não seremos capazes de aumentar, ou mesmo manter a nossa saúde, e de igual forma sermos funcionalmente competentes se não adoptarmos profundas mudanças no nosso sistema emocional e na organização social.

Daniel Goleman (1998), um reputado psicólogo norte americano no seu livro “Trabalhar com Inteligência Emocional “, aponta para a importância de se promover uma nova educação que esteja atenta não só à transmissão do saber tecnológico, mas que também desperte nas pessoas a necessidade de aprender a gerir pressões, emoções e sentimentos na tentativa de lhes permitir alcançar estados que facilitem desempenhos eficazes e funcionais. Se a mudança pode ser concebida como uma modificação do comportamento dos indivíduos, numa determinada situação, pode ser reduzida à aprendizagem de novos comportamentos e à aquisição de novas representações, habilidades e capacidades.

Que habilidades e competências humanas fazem parte dos ingredientes para a excelência na liderança e no trabalho?

BOM DOMÍNIO DAS TENSÕES PSICOLÓGICAS

Para favorecer a mudança para a excelência, é necessário reestruturar os comportamentos dos empregados que estão no centro dos desafios estratégicos da empresa. Escolher a mudança para o talento humano como valor prioritário no funcionamento de uma organização, pode ter de passar pela promoção e gestão emocional no mundo do trabalho. O bom funcionamento das organizações exige dos seus empregados, supervisores e gestores, uma boa capacidade para motivar e um bom domínio das tensões psicológicas que se exprimem, na maior parte das vezes sobre a forma de emoções.

As emoções são o produto de um desequilíbrio homeostático, ou seja, um estímulo que provoca uma resposta, resposta essa que está dependente de vários sistemas que se comunicam entre si, com o propósito de reporem o equilíbrio, a expressão desse equilíbrio é conhecido pela forma mais apurada da emoção, o sentimento. As nossas emoções podem levar ao embaraço ou favorecerem a nossa capacidade de pensar e planear, de cumprir um horário, de resolver problemas, pelo que estabelecem os limites da nossa competência para utilizar as nossas aptidões mentais inatas, e portanto determinam as decisões que tomamos na nossa vida e como nos saímos nela, em suma, não podem ser bem elaboradas tendo como alicerce apenas a racionalidade pura.

Torna-se premente elevar o nível de consciência relativamente ao estado emocional de cada indivíduo, saber exprimi-lo de forma funcional e ensinar a controlar as emoções prejudiciais para a execução das tarefas e consequente desempenho, assim como contribuir para a promoção das relações interpessoais, aumento da motivação e satisfação no trabalho e de igual forma para o bom funcionamento organizacional.

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A VERDADE SOBRE AS EMOÇÕES NO TRABALHO

Uma das formas como as emoções negativas se expressam no local de trabalho, é nos membros pertencentes a uma equipa, quando não existe cooperação nem disponibilidade para com os colegas. Isto normalmente é uma reacção com a intenção de magoar sentimentos. No local de trabalho as pessoas tendem a dar respostas emocionais, pois vêem os colegas como uma extensão familiar, comportando-se como se fossem membros da família. Se a família/organização tem boas habilidades comunicacionais e existe interacção positiva, desenvolvem-se comportamentos funcionais e adaptativos resolvendo as diferenças de forma apropriada. Se por outro lado, a família/organização é disfuncional, as pessoas comportam-se por vezes como se fossem crianças a brincar na areia – “o teu camião bateu no meu, e eu nunca mais quero brincar contigo.”

Quando as pessoas se sentem magoadas, podem de forma inconsciente tornarem-se em sabotadores, verificando-se isto das mais variadas formas, incluindo, o não cumprimento de prazos, tratar de forma inadequada um cliente, estragar recursos. Noventa e nove por cento do tempo, isto são comportamentos que acontecem de forma inconsciente. As pessoas nem sempre são conhecedoras que estão a ter comportamentos prejudiciais para a produtividade e rendimento, dado que a grande parte das nossas acções processam-se de forma inconsciente. Se as emoções negativas e disfuncionais não forem levadas em consideração, as organizações por certo vão ter perdas significativas relacionadas com o rendimento dos funcionários, assim como perdas relacionadas com os clientes, sucesso financeiro e marketing.

FACTORES CHAVE PARA A MOTIVAÇÃO

Todas as organizações querem ter na sua equipa pessoas motivadas. As organizações gastam tempo e dinheiro para motivar os seus funcionários. Querem construir e desenvolver a paixão, e o que é a paixão, senão emoções? Ou seja, por um lado as organizações esforçam-se para criar sentimentos que sirvam os seus interesses, e por outro, suprimem esses mesmos sentimentos. Não podemos ter pessoas motivadas se não promovermos as boas emoções e os sentimentos adaptativos. As organizações devem centrar-se no equilíbrio emocional dos funcionários assim como num ambiente de trabalho saudável.

Pessoas motivadas e apaixonadas fazem as coisas acontecerem. Motivação, criatividade, e produtividade são factores que todas as organizações querem ver presentes. Apresento-lhe 6 formas para encorajar as emoções positivas nas organizações:

  • Criar um ambiente de abertura; encorajar as pessoas a falar
  • Transmitir a informação de forma clara e perceptível
  • Abertura para expressar as emoções acerca da organização
  • Dar formação aos funcionários sobre resolução de conflitos
  • Criar um ambiente descontraído
  • Admitir que nem todas as tomadas de decisão surtem efeito