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Experimente o Muay Thai.

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Para quem não consegue gostar de musculação – ou gosta e pretende otimizar os ganhos com outra atividade –, o Muay Thai é uma boa alternativa. O Muay Thai é uma arte marcial tailandesa que envolve chutes, socos, cotoveladas e joelhadas, mas tudo isso pode trazer muitos benefícios à saúde. Além de garantir mais flexibilidade e definição, o exercício ainda queima muitas calorias. A aula não trabalha apenas a luta em si, mas conta também com corrida, alongamento, abdominais, polichinelos, agachamentos… Conheça aqui alguns benefícios do Muay Thai:

- Melhora o condicionamento físico: a composição corporal, a resistência muscular, o condicionamento cardiorrespiratório e a flexibilidade.

- Estimula as funções dos órgãos e das glândulas, deixando-os cada vez mais fortes e em mais perfeito funcionamento.

- Promove o tônus e o crescimento muscular.

- Combate a depressão e a ansiedade e promove a autoconfiança.

- Regula o sono, a atividade sexual e o sistema imunológico.

- Acelera o metabolismo e favorece o emagrecimento.

- Melhora a coordenação motora e desenvolve a força e a agilidade.

Além de todos esses benefícios, o Muay Thai ainda é uma atividade prazerosa e descontraída. É muito cansativo, mas pode ter certeza de que ele garante muita disposição para o resto do dia. Além disso, por ser um exercício aeróbico, libera endorfina e promove o bem estar. Para ir aos treinos com pique de atleta, não deixe de consumir antes um carboidrato e uma proteína. Depois do treino, também não abra mão da proteína para a reconstrução e a recuperação muscular.

Entre em forma sem musculação.

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Para emagrecer ou definir o corpo, a maioria das pessoas acaba se restringindo às salas de musculação. Porém, frequentar uma academia não é a única maneira de manter o corpo e a saúde em forma. Existem inúmeros outros exercícios que, além de promover ganhos na questão física, ainda garantem diversão e bem estar. Os treinos de musculação às vezes podem ser monótonos e você pode se sentir desmotivado. Então confira abaixo alguns exercícios super legais pra entrar em forma para o verão. É importante lembrar que as aulas servem para aprender, então nada de ter vergonha de encarar o desconhecido e de não saber fazer nada.

1 – Indosurf: ao contrário do que muita gente pensa, essa modalidade não exige que o praticante tenha noções de surfe ou natação. No início, o aluno usa pranchas grandes para garantir mais segurança e estabilidade. Conforme for se adaptando e pegando prática, usa pranchas menores. Em três meses, o aluno adquire um condicionamento adequado para a prática do esporte, cujos benefícios são condicionamento, flexibilidade, coordenação e fortalecimento.

2 – Circo: qualquer um se anima só de pensar em fazer aulas de circo, uma vez que essa modalidade remete a sonhos e gostos infantis. Além de ganhar força, flexibilidade, postura, consciência corporal e fortalecimento muscular, o aluno aprende a superar os próprios medos e garante muito condicionamento físico.

3 – Patinação: essa é mais uma modalidade que remete aos sonhos e fantasias. Parece uma modalidade quase impossível, mas ela depende apenas do medo do praticante. Em um mês de aulas, o aluno ganha segurança e já consegue executar melhor os movimentos. Além de fortalecer os músculos, a patinação promove o ganho de equilíbrio e de postura e, de quebra, manda embora as gordurinhas.

Busque a felicidade dentro de você!

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Para resgatarmos a alegria sem a ajuda de estímulos, é preciso fazer as pazes com a tristeza, injustamente eleita a grande vilã da atualidade.

Quem rejeita qualquer estimulo artificial que prometa trazer a felicidade, tem mais chances de encontrá-la de verdade. Porém, nas últimas décadas, cada vez mais pessoas procuram soluções imediatas e milagrosas supostamente capazes de aplacar as dores da existência: remédios, comida, compras, festas, jogo.
A urgência de se imunizar contra o sofrimento é tanta que chegam a colocar a saúde e as finanças em risco. Porém, não podemos esquecer que mais vale a estrada que o destino, e, mais que a estrada, a maneira como saboreamos a jornada. No entanto, para uma parcela significativa da população mundial, a travessia da vida deixou de ser uma aventura estimulante para se tornar um tormento.
Na verdade, a tristeza continua a mesma, uma manifestação legítima e necessária da alma, nós é que mudamos nossa maneira de encará-la. Dessa forma, ao invés de encontrar caminhos saudáveis para dar vazão a esse sentimento, seja fazendo algum tipo de terapia, praticando exercícios físicos - geradores de endorfina, o hormônio do prazer -, ou simplesmente permitindo-se esvaziar o reservatório de lágrimas para depois erguer a cabeça e seguir adiante, alguns têm preferido tratar a questão como uma doença, ou seja, tomando remédios.
De acordo com o instituto de pesquisa IMS Health do Brasil, a venda de antidepressivos duplicou. Mas nem por isso, a população tem se mostrado mais feliz. "Em muitos casos, os remédios não funcionam, possivelmente por terem alcance limitado, uma vez que agem apenas no aumento de certos neurotransmissores do cérebro, como serotonina, noradrenalina e dopamina. Num trabalho recente, a eficácia dos antidepressivos ficou caracterizada apenas nos casos graves.

Tristeza e depressão: há como diferenciar?
Allan V. Horwitz e Jerome C. Wakefield, autores de A Tristeza Perdida: Como a Psiquiatria Transformou a Depressão em Moda (Summus Editorial), insistem na separação rigorosa entre tristeza normal e patológica. Enquanto a primeira possui causa real e está associada a experiências de perdas ou outras circunstâncias dolorosas, a segunda, chamada de depressão, não apresenta causa definida ou, se isso acontece, a reação ao problema em questão é desproporcional. Nesse caso, o tratamento amparado em medicamentos é recomendado. O problema é que os dois quadros apresentam sintomas muito parecidos.
Hoje em dia, ser feliz tornou-se uma obrigação. Um desafio que nos impomos a fim de provarmos a nós mesmas e, principalmente, aos outros, que não carregamos uma fraqueza de caráter. "Na luta para evitar a infelicidade, recorremos a qualquer coisa que nos tire dessa condição de fracasso", observa Isleide Arruda Fontenelle, autora de O Nome da Marca: McDonald´s, Fetichismo e Cultura Descartável (Boitempo Editorial). Aparece aqui, então, uma evidente questão de vaidade, somada à dificuldade de lidar com os conflitos. "Na medida em que precisamos parecer o tempo todo felizes, qualquer sinal humano de tristeza já nos coloca na situação do intolerável", completa a estudiosa.
"Precisamos entender que felicidade não é sinônimo de alegria e infelicidade não equivale a tristeza", enfatiza o psiquiatra e psicanalista carioca Luiz Alberto Py, autor de A Felicidade É Aqui (ed.Rocco). Sim, agora as ideias ficaram embaralhadas. Mas esse nó é facilmente desfeito, com um mínimo de lógica e distanciamento. "Alguém pode estar triste e ser feliz ou alegre e ser infeliz. Isso porque a alegria é um aspecto externo, proveniente da relação do indivíduo com o mundo, enquanto a felicidade é fruto da relação consigo mesmo, portanto, um fator interno", esclarece.
Como quem puxa a orelha de uma criança que insiste em cometer o mesmo erro, o psiquiatra ressalta que perseguir a felicidade fora de nós e também nos colocar na posição de vítima só traz mais frustração. "Ninguém está protegido contra a tristeza. Portanto, quando algo nos entristece, podemos aceitar que isso é parte da vida e não acontece exclusivamente conosco." Assim, ele garante, as situações aflitivas podem ser vividas com mais serenidade.

Então, mãos à obra. Trate de encurtar o drama e pare de se debater sem sair do lugar. "Felicidade é algo que se constrói internamente, que tem a ver com estar vivo e compreendendo o valor da vida. É um sentimento que se alimenta das pequenas coisas"

Planeje sua vida e seja mais feliz.

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Se você está pensando em dar uma guinada na sua vida, comece pela introspecção. "Momentos assim são importantíssimos quando perseguimos a mudança. Nessas horas, conseguimos enxergar com clareza se estamos contentes com o que conquistamos e também definimos como queremos viver e o que é de fato importante para nós", opina a psicoterapeuta Monika von Koss, de São Paulo.
E nada de querer virar o mundo de ponta cabeça. Transformações radicais estão fadadas ao fracasso. É por isso que tanta gente abandona suas resoluções assim que elas se mostram insustentáveis. "Grandes mudanças resultam de uma série de pequenas atitudes cristalizadas ao longo do tempo. Isso torna o processo mais orgânico, fluido", garante a especialista.
Uma dica para dar os primeiros passos é seguir uma lista. "Essa ferramenta nos permite avaliar nosso grau de merecimento e também nossas prioridades. Eis uma boa pergunta a fazer: será que estou me esforçando tanto para comprar o que não preciso e gastando até o que não tenho simplesmente para impressionar quem não conheço?", explica psicólogo junguiano Waldemar Magaldi Filho, de São Paulo, autor de Dinheiro, Saúde e Sagrado (ed. Eleva Cultural).
A seguir, aproveite as dicas dos especialistas para resolver antigas pendências ou simplesmente injetar mais energia nos setores da vida que andam "abatidos".
Amor - Se você está sozinha, mas anseia por formar um par, comece a admitir para si mesma o quanto um relacionamento poderá enriquecer sua vida. "É comum o ser humano desdenhar o que não possui ou considera difícil de ser alcançado como estratégia de defesa", afirma o psicólogo clínico Ailton Amélio da Silva, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), autor de Relacionamento Amoroso (ed. Publifolha) entre outros títulos.
Se você já tem um parceiro e estão enfrentando problemas, não há motivo para pânico. "Todos os casais enfrentam altos e baixos. E, muitas vezes, passada a fase ruim, retomam a união com mais força", assegura Ailton. Segundo ele, para nos aproximarmos de quem amamos, devemos esboçar, com frequência, gestos construtivos: conversar, apoiar o outro, ser compreensivo, compartilhar objetivos, investir na sintonia sexual.
Também é válido reconsiderar o que se espera de um compromisso. "Precisamos nos apossar de nossas questões para só então estarmos com o outro sem transformá-lo em nosso pilar de sustentação", enfatiza Margarete Volpi, psicoterapeuta familiar e de casal, de São Paulo. "Resgatar os aspectos positivos da relação em vez de focalizar as divergências costuma ser restaurador", endossa Margarete. Segundo ela, o diálogo precisa de constante uso, senão a comunicação fica prejudicada. Acolher a opinião do outro, mesmo que seja diferente da sua, é outro exercício que deve entrar na agenda do par. "Você não tem de concordar, mas pode aceitar a posição do parceiro. Essa postura evita muitos desgastes", aponta a psicoterapeuta.

Além de manter a escuta disponível, observe se vocês continuam marcando o mesmo passo ou se a coreografia está desencontrada. Pode ser que os dois só precisem ajustar o ritmo. "As pessoas mudam, os sonhos mudam, assim como as necessidades e as circunstâncias. Portanto, o casal precisa, de tempos em tempos, readaptar-se ao cenário", aconselha Margarete.
Agora, se você está reunindo coragem para sair de uma relação que há tempos perdeu o sentido, não hesite em pesar os prós e os contras dessa decisão. Portanto, não se precipite, tampouco se acomode. "Permanecer num relacionamento ruim é pior, pois empata a vida das duas partes, muitas vezes tornando o clima em casa prejudicial para os filhos", avalia Ailton.
Trabalho - "Não é difícil mudar os rumos da vida profissional. Difícil e desaconselhável é permanecer numa posição que nos oprime de alguma maneira. Quem não está satisfeito vai à luta", desafia Ana Fraiman, psicóloga, consultora de carreiras e autora do livro O Chefe dos Meus Sonhos (ed. Alexa Editorial).
"A pessoa frustrada se sente improdutiva, o que abala sua autoestima", observa João Marcos Varella, consultor da DBM Brasil e autor de O Desafio de Empreender (ed. Campus). O incômodo pode ter muitas origens e essas questões podem ser resolvidas em boa medida por meio do diálogo com o chefe. Faça o que estiver ao seu alcance, só não sinta pena de si mesma. "Colocar-se na posição de vítima atrapalha tudo", alerta João Marcos. Hoje, concordam os especialistas, cada um deve se responsabilizar pelo próprio aprimoramento. Desde escolher um novo trabalho, cursar uma especialização, ativar o network com antigos colegas, amigos e parentes, até manter uma poupança para tempos difíceis.
Relações pessoais - "Para que possamos melhorar qualquer tipo de relacionamento, temos de melhorar antes a maneira de nos relacionarmos com nós mesmas: respeitar-se, perdoar-se, honrar os próprios valores, seguir a intuição", afirma a psicoterapeuta Patricia Gebrim, de São Paulo, autora do livro Enquanto Escorre o Tempo – Pensamentos, Histórias e Metáforas sobre a Vida (ed. Pensamento).
O próximo passo é selecionar quem queremos manter perto de nós. "Quando nos conhecemos bem, conseguimos eleger os que merecem pertencer ao nosso círculo mais íntimo. Muitas vezes, relações baseadas no interesse drenam nossa energia", diz ela. Se você está querendo fazer uma faxina na lista de supostos amigos, privilegie o contato com pessoas do bem, ou seja, "que tratem você com consideração e respeito e, sobretudo, que a respeitem do jeito que você é", aconselha a especialista.
É comum ainda o desentendimento nascer da nossa incapacidade de aceitar o modo de amar alheio. "Às vezes, o jeito de a pessoa se comportar ou se expressar é diferente do que avaliamos como sendo o certo. Daí nos frustramos e nos distanciamos", explica a terapeuta familiar Roberta Palermo, de São Paulo. Poderíamos, ao contrário, entender as motivações do outro, mesmo sem aprová-las.

Viagem dos sonhos com pouco dinheiro.

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Aprenda a planejar suas férias para fazer uma viagem incrível, sem gastar muito dinheiro.

Na passagem
. Planeje e compre as passagens com pelo menos quatro meses de antecedência. Essa é a melhor maneira de conseguir as menores tarifas. Perto da data da viagem, por mais que sobrem lugares no avião, a passagem nunca é tão barata.
. Pesquise preços em sites de busca como
Google e Yahoo, nos sites das companhias aéreas, em agências de viagens e nas lojas das companhias. A diferença pode ser de até 50%.
. Faça roteiros alternativos. Passagens para grandes cidades tendem a ser mais caras. Por exemplo: procurei passagens para minha família passar o final deste ano na Argentina. Custava R$ 800 por pessoa. Então, comprei passagens para Montevidéu, no Uruguai, por R$ 300. Além de conhecer outro país, minha família vai fazer um passeio lindo de barco até Buenos Aires, que é pertinho de Montevidéu. No total, a viagem vai custar menos da metade do valor original.
. Viaje fora de temporada. Eu e meu marido fizemos uma viagem para o Nordeste em agosto deste ano. Pegamos um pouco de chuva, mas conseguimos descontos em hotéis e passeios. Sempre que for agendar uma viagem fora de temporada, lembre-se que o vendedor tem menos clientes nessa época do ano e estará mais disposto a oferecer descontos.
. Pesquise sobre os meios de transporte. Às vezes, viajar de ônibus é mais caro do que ir de avião. Numa viagem recente, eu ia pagar R$ 80 por uma passagem de ônibus de Natal para Fortaleza. Encontrei uma passagem de avião para fazer o mesmo trajeto por R$ 79. Muita gente acha que percorrer pequenas distâncias de avião é besteira, mas há muitas passagens baratas para cidades próximas.
Na mala
. Pesquise o clima da cidade de destino. Assim, você leva as peças necessárias e não precisará comprar roupas durante a viagem.
. Tenha uma muda de roupa na bagagem de mão para não ter surpresas caso sua mala seja extraviada.
No dia a dia
. Na hora de escolher o lugar em que vai se hospedar, fique de olho na localização. Às vezes o albergue é barato mas fica longe do centro da cidade. Não adianta pagar menos pela hospedagem e gastar muito com táxi ou ônibus. Além disso, você vai perder muito tempo com os deslocamentos.
. Toda cidade oferece passeios gratuitos! Muitos parques e museus, por exemplo, não cobram entrada. Pesquise para incluí-los na agenda.
Na Alimentação
. Algumas companhias aéreas cortaram o serviço de bordo e vendem sanduíches dentro da aeronave, mas o preço do lanche é bem salgado. Por isso, o ideal é se alimentar antes do voo ou levar o lanchinho de casa.
. Caso se hospede em um hotel ou albergue que sirva café da manhã, acorde cedo e aproveite a refeição. Coma bem na hora do almoço e faça um lanche à noite, pois a maioria dos restaurantes cobra mais caro no jantar. Assim, você não dorme de barriga cheia.
. Consulte os moradores locais para saber que restaurantes da região oferecem o melhor custo/benefício. Para isso, é preciso bater perna e conversar com as pessoas. Peça indicações de lugares legais e baratos para o atendente do albergue ou do hotel.
. Se gastar demais em um dia, economize no outro. Troque o almoço no restaurante por um lanche comprado no mercado.

O que passa pela cabeça dos homens?

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A gente não desiste de tentar entender o que se passa na cabeça do homem quando ele se apaixona, resolve se amarrar pelo resto da vida, ferve de tesão e, principalmente, mente. Por sorte, a ciência está do nosso lado. Fomos atrás de estudos recentes que mostram como operam a mente e o corpo masculinos nessas quatro situações. Curiosa? Confira.

O que passa pelo cérebro do homem quando ele...

...Se apaixona à primeira vista

O gato está em um barzinho quando você aparece. O pobre mal consegue piscar: "É ela!" O sistema de recompensa cerebral é ativado e o moço fica louco para cobri-la de beijos. Segundo Alexandre Bez, psicólogo especializado em relacionamento, são claros os sinais de que ele já é seu: "Os olhos brilham, as abas do nariz se abrem..." Isso sem falar que o bonitão fica bem-humorado e, segundo estudo da universidade americana de Bucknell, tenta ocupar o máximo do espaço físico possível para exibir poder. Ele afasta as pernas, estica os braços, mantém os cotovelos abertos...

...Sente um orgasmo

O nível da oxitocina aumenta 500% no pós-orgasmo e é esse hormônio o grande responsável pelo efeito hipnótico do sexo. Com ele, seu homem fica amoroso e entregue. Outras maneiras de fazer a quantidade dessa substância subir são: estimular os mamilos dele, massagem ou abraço. Bônus: ao beijá-lo, prefira o lado direito do corpo, controlado pelo hemisfério esquerdo cerebral. Ele registra seu carinho na parte otimista da mente e sente mais prazer.

...Assume compromisso

Oxitocina e vasopressina são o segredo para você subir ao altar. É isso mesmo: esses dois hormônios produzidos pelo hipotálamo fazem seu querido não ver a hora de dividir a escova de dentes com você. Eles trabalham associados à dopamina, neurotransmissor produzido em uma área cerebral chamada substância negra e que dá aquela sensação de alegria e prazer intensos. Oba! Ele decidiu viver o resto dos dias ao seu lado. Agora é só mandar fazer o vestido e as alianças.

...É pego na mentira

Para descobrir se ele está mentindo, observe: "Quem mente se contradiz...", observa o psicólogo Ailton Amélio dos Santos. O moço tende a gesticular menos, evitar encará-la, voltar os olhos para o canto superior direito ou esquerdo, balançar a perna, cruzar os braços... E, se o assunto for traição, o safado pode ficar vermelho de vergonha, virar o corpo olhando para a esquerda e não conseguir dar respostas rápidas.

Idade revela o que os homens esperam de um relacionamento.

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Uma pesquisa realizada com 35 mil pessoas revela que quando se trata de compromisso sério a idade do homem pode fazer muita diferença na forma como ele encara um relacionamento.
Durante a enquete, foi solicitado as pessoas que escolhessem uma frase que fazia mais sentido para eles e ao analisar os resultados por faixa etária e expressão escolhida é possível verificar como a fase vivida em cada idade influencia na busca por um relacionamento sério e duradouro:
A expressão “vamos nos divertir sem pensar no amanhã” foi a campeã entre os jovens de 18 a 24 anos, com 37% dos votos.

Enquanto isso, a frase “e viveram felizes para sempre” foi a que mais fez sentido para os homens com idade entre 25 e 35 anos.

Já os usuários mais maduros, de 36 a 46 anos, escolheram a expressão “que seja eterno enquanto durar”.

Os melhores beijos olímpicos.

A gente já viu que Londres está cheia de casais disputando medalhas. Mas não é só essa forma de carinho que está rolando por lá, na Olimpíada. O site BuzzFeed fez uma lista muito engraçada de beijos olímpicos. Confira abaixo a galeria, um pouco modificada e adaptada:

1. Beijo entre companheiros de equipeenhanced-buzz-29483-1344598212-8

2. Beijo entre oponentes148073175JH00206_Olympics_D

3. Beijo no treinador148073413JV00002_OLYMPICS_D

4. Beijo apaixonadoLondon Olympics Beach Volleyball Women

5. Beijo apaixonado no treinador148073489DI00363_Olympics_D6. Beijo apaixonado entre companheiros de equipe

London Olympics Rowing Men

7. Beijo no filho148073472RD00064_Olympics_D

8. Beijo da mãeenhanced-buzz-17701-1344598500-11

09. Beijo em foto de famíliaenhanced-buzz-5132-1344598333-5

10. Beijo no uniformeLondon Olympics Athletics Men

11. Beijo em cavaloLondon Olympics Equestrian

12. Beijo no aparelho de ginásticaenhanced-buzz-17079-1344598386-13

13. Beijo no pesoenhanced-buzz-29503-1344598242-6

14.Beijo no chãoenhanced-buzz-4824-1344599520-19

15.Beijo na medalhaenhanced-buzz-16596-1344598220-4

Chia, linhaça e quinoa: o cardápio 'milagroso' do emagrecimento.

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Você já incorporou a linhaça ao café da manhã e até experimentou algum prato com quinoa? Pois corra para se atualizar com os novos modismos dietéticos, os alimentos ou regimes inteiros que parecem surgir do nada, embora alguns com muitos milhares de anos de uso histórico, e entram no cardápio dos que não resistem à possibilidade de comer para ficar jovem, saudável e magro. Ou seja, todos nós vamos acabar experimentando a semente de chia, inclusive os que não conseguem abrir mão da picanha com gordurinha. A chia vem de um tipo de erva parecido com a sálvia, nativa de regiões onde hoje ficam áreas do México e da Guatemala em que antes da chegada dos conquistadores espanhóis se sucederam civilizações gloriosas, misteriosas e eventualmente autodestrutivas. Mas vamos ficar no perfil nutricional da chia: tem quase o dobro de proteínas da parente nativa americana quinoa, é mais rica em substâncias antioxidantes do que a badalada blueberry, vem cheinha de ômega 3 e é pouco calórica - apenas 60 calorias por colher. "Ela também tem muita fibra, material que absorve água no estômago, se expande e promove uma sensação de saciedade", explica o nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração de São Paulo. "Por causa dessa sensação, come-se menos; mas não dá para creditar à chia o 'milagre' do emagrecimento", acrescenta, com a ponta de exasperação dos profissionais do ramo diante da eterna busca por alimentos "milagrosos".

Homens que comem chocolate sofrem menos AVC, afirma estudo.

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Consumir menos do que 10 gramas do doce por dia pode reduzir em até 17% o risco do problema.

Mais um estudo revelou os benefícios do chocolate sobre a saúde do coração. Dessa vez, pesquisadores suecos descobriram que o doce pode ser um aliado dos homens para evitar um acidente vascular cerebral (AVC). Segundo os resultados do trabalho, que foi publicado nesta quarta-feira no periódico Neurology, comer pequenas quantidades do alimento já é suficiente para reduzir o risco de derrame em 17%.

A pesquisa, feita pelo Instituto Karolinska, em Estocolmo, na Suécia, acompanhou por dez anos mais de 37.000 homens de 49 a 75 anos. Ao longo desse período, eles responderam a questionários sobre estado de saúde e hábitos alimentares. Ao final do estudo, foram registrados quase 2.000 derrames cerebrais.

ntre os homens que nunca comiam chocolate ou que consumiam as menores quantidades, a incidência de AVC foi de 85 por 100.000 participantes ao ano. Essa taxa, entre aqueles que mais comiam o doce (cerca de 10 gramas por dia), foi de 73 por 100.000 homens ao ano. O risco de derrame foi menor entre esse grupo mesmo após os pesquisadores levarem em consideração fatores como peso, tabagismo, sedentarismo e pressão alta.

Para a coordenadora do estudo, Susanna Larsson, pode ser que os efeitos positivos do chocolate se devam à presença dos flavonoides no alimento. Essa substância, que também é encontrada em frutas e vegetais, é conhecida por ter propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Enquanto o mecanismo pelo qual esse doce age no organismo ainda não e completamente compreendido, a autora afirma que o consumo de chocolate deve ser moderado, já que ele é calórico e contém gordura.

Óleo de coco: para emagrecer, não passa de bobagem.

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Na forma líquida ou na de pílula, cada vez mais pessoas usam suplementos na tentativa de perder peso. Com esse objetivo, só estão perdendo dinheiro.

O óleo de coco, seja na forma líquida ou na de pílula, é o emagrecedor da moda. Na forma de pílula, é ingerido duas vezes ao dia. Líquido, também pode ser ingerido ou usado no preparo de alimentos. Na Mundo Verde, uma rede de 205 lojas de produtos naturais espalhadas pelo Brasil, as vendas aumentaram 500% nos últimos 4 meses, mais do que qualquer outro produto. O frenesi não deve continuar por muito tempo. Vários alimentos, bebidas, sementes e produtos naturais caíram no esquecimento pela ausência de estudos científicos e resultados práticos que comprovassem sua eficácia. O caminho dessa nova moda parece ser o mesmo.

O primeiro motivo é que nada — benefícios ou prejuízos — foi provado em relação ao óleo, o que basta para impedir que médicos responsáveis recomendem a substância como emagrecedor. Segundo Gláucia Carneiro, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e do ambulatório de obesidade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as evidências científicas são insuficientes para que as pessoas contem com o óleo de coco para emagrecer.

Não há mal nenhum em usá-lo, em sua forma líquida, como substituto do óleo de origem animal ou mesmo do óleo de soja na preparação de alimentos. Ele faz parte do grupo de gorduras vegetais, mais saudável do que as animais. No entanto, é rico em gorduras saturadas. O azeite de oliva, por exemplo, tem gorduras insaturadas. Para cozinhar, tudo bem. Para emagrecer, fora de questão.
Sem comprovação — As pesquisas que encontraram tanto benefícios como malefícios no alimento não foram capazes de explicar o mecanismo envolvido. Há quem atribua ao óleo de coco a condição de um termogênico, ou seja, algo capaz de aumentar a queima de calorias no corpo. Substâncias termogênicas estão presentes no café ou no chá verde, por exemplo, mas também podem ser encontradas em suplementos alimentares. Mas, de novo, nada foi comprovado.
Pesquisadores brasileiros da Universidade de Alagoas, em Maceió, publicaram no periódico Lipids, em 2009, um estudo sobre óleo de coco. Nele, 40 mulheres obesas de 20 a 40 anos seguiram, por 12 semanas, uma dieta com restrição calórica (menos consumo de carboidratos, mais ingestão de proteínas e fibras e semelhante consumo de gordura) e praticaram 50 minutos de caminhadas todos os dias. Metade delas ingeriu suplementos óleo de soja e as outras, de óleo de coco. Antes do início do estudo, as participantes apresentavam níveis de colesterol, índice de massa corporal (IMC) e medidas abdominais parecidas. Ao final da pesquisa, aquelas que consumiram óleo de coco apresentaram maiores níveis de HDL, o colesterol 'bom', e menores de LDL, o colesterol 'ruim', enquanto o outro grupo teve os dois tipos de colesterol aumentados. A redução do IMC foi observada nos dois grupos, embora somente o grupo do óleo de coco tenha reduzido a circunferência abdominal.
Os pesquisadores concluíram que dieta com suplemento de óleo de coco não aumenta os níveis de gordura no sangue e reduz medidas abdominais em obesos. Entretanto, eles também observaram que o suplemento pode induzir uma resistência à insulina. Os cientistas, no entanto, concluíram que outros estudos eram necessários para avaliar os efeitos do alimento a longo prazo.

Ilusão — Por causa de resultados controversos como esses, que indicam tanto benefícios quanto malefícios do óleo de coco, sem confirmar nenhum dado e estabelecendo a necessidade de novos estudos, os médicos acreditam que incluir óleo de coco na dieta como um suplemento alimentar não é seguro. "Nenhum estudo feito sobre óleo de coco tem qualidade que garanta segurança dos resultados, além de não ter sido publicado em revistas médicas de excelência", afirma Cíntia Cercato, endocrinologista da SBEM e do Hospital das Clínicas.
O endocrinologista Alfredo Halpern, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e autor do livro Pontos Para o Gordo, é mais taxativo. "O óleo de coco é uma grande enganação. É rico em gorduras saturadas, ou seja, em excesso faz mal, e não tem nenhuma dessas propriedades sobre as quais as pessoas vêm falando. É uma gordura como outra qualquer: pode ser consumida, mas também é capaz de engordar o indivíduo", afirma.

O óleo de coco não precisa ser exterminado. Ele pode substituir outras gorduras, como manteiga, óleo de girassol e azeite, na preparação de alimentos, desde que haja bom senso. "A gordura não é proibida. O ideal é que ela represente, no máximo, 30% do total de calorias que consumimos ao dia, dependendo do tamanho, do peso e do estilo de vida do indivíduo. As gorduras saturadas, porém, não devem ultrapassar 7%”, diz o endocrinologista da SBEM e chefe do grupo de obesidade do Hospital as Clínicas da Faculdade de Medicina da USP Márcio Mancini.

Mancini, porém, reafirma: para emagrecer, o óleo de coco é uma bobagem. "Quem compra essa ideia joga dinheiro fora, se ilude com um caminho fácil para a perda de peso e acaba se decepcionando."

Está disposto a fazer o que é preciso para ser feliz?

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Muitos de nós chegamos à idade adulta, vindos de uma boa infância. Bons amigos, bons pais, bons vizinhos, boas experiências de vida. Mas, à medida que vamos tomando a vida nas nossas mãos, assumindo as responsabilidades das decisões que vamos fazendo, confrontamo-nos (por vezes) de uma dura realidade, a dificuldade de nos sentirmos bem. O que acontece para que este sentimento incapacitantes se instale? Cada um de nós pode ter a sua história, as suas justificações e até legitimidade. No entanto, existe algo comum a todos nós que importa conseguir responder se quisermos certificar-nos que queremos mudar para melhor.

O que estou disposto a fazer para ir ao encontro dos sentimentos que quero sentir?

TUDO PASSA POR VOCÊ.

Você sente que a  sua vida não está caminhando no sentido que pretende? Sente-se desiludido? Sente-se miserável? Se sim, organize-se de forma a conseguir responder à primeira questão. Tudo passa por você. Tudo passa por você perceber que se até agora não chegou onde pretendia, pode experimentar fazer de forma diferente. Se continuar a lamentar-se, a dizer que não pode porque não tem meios, porque não tem dinheiro, porque não tem capacidades, porque tudo lhe corre mal, porque isto e aquilo, certamente tudo continuará na mesma. Você continuará a sentir-se insatisfeito, infeliz, miserável e incapaz.

Quero dizer-lhe que você não é os seus sentimentos, lamentações e até mesmo as experiências que viveu. Você é aquele que se quiser pode fazer algo para mudar a sua vida para melhor. Mas para que isso aconteça, tem de quebrar o seu padrão de negatividade. Tem de aprender a ter uma atitude positiva e implementar novas formas de encarar os seus velhos problemas. Tem de esforçar-se por implementar a mentalidade virada para a solução.

Não está convencido ainda não é? Tem mil e muitas justificações para contestar o que acaba de ler. Talvez, neste momento lhe passe na cabeça a frase:

“Para quem está atrás de um computador a escrever estas palavras é fácil falar.”

E, na verdade é isso mesmo, falar é mais fácil. A parte difícil, de compromisso e dedicação compete-lhe a si mesmo. Compete-lhe investir na sua própria pessoa. Pegar a sua vida nas suas mãos e perceber que quanto mais fizer, mais retorno pode vir a ter.

“Você é o principal acionista da sua própria vida.”

Ao longo da vida do blog (inicio em Agosto de 2010), tenho vindo a constatar através das centenas de perguntas e pedidos de auxilio que me enviam para o email, ou que deixam nos comentários dos artigos, que muitas pessoas nada fazem para melhorar o estado em que se encontram. Usualmente pretendem melhorias, dicas, estratégias que sejam rápidas, que façam efeito com pouco esforço e que dependam o mínimo da própria pessoa. Isto é exatamente o tipo de pensamento que promoveu o estado em que grande maioria das pessoas se encontram, e que com elevada probabilidade as manterá na mesma situação. Apesar de existir informação, meios, terapias, grupos de suporte e um conjunto de atividades que promovem a recuperação, como estratégias para a mudança de hábitos, implementação de pensamentos positivos, reestruturação de pensamento, mudança de crenças, entre outros, passivamente a pessoa nada faz para procurar uma solução viável, séria e eficaz.

A minha mensagem para você é: Se quer continuar a sofrer, a lamuriar-se, a vitimizar-se, e a denegrir-se, continue fazendo isso, aceitando isso sem reclamar. Mas, se você quer melhorar a sua vida, ser feliz e sentir-se auto-realizado, faça por isso também sem reclamar.

Provavelmente você não tem ideia do que fazer para chegar onde pretende. A sua forma de pensar necessita de ser revista. As abordagens que tem usado necessitam de ser alteradas. E para isso é necessário ajuda. Sim, ajuda. E procurar ajuda pode ser considerado um ato de inteligência, ao invés de lhe parecer um ato desesperado, inseguro e de ataque ao ego. Você precisa de orientações, abrir a sua mente, contestar as suas crenças, as suas atitudes. Procure conhecimento e sabedoria junto de terapeutas, psicólogos, conselheiros, técnicos espirituais, livros, vídeos, amigos, seminários, familiares, e qualquer coisa ou qualquer pessoa que possa contribuir para o seu enriquecimento pessoal.

Fora de si procure esclarecimento, conhecimento, formas diferentes de olhar o mundo para que dentro de si construa a sua felicidade. Para que saiba o que fazer, o que quer, o que lhe dá prazer e satisfação e alinhar-se com isso na procura de significado para si mesmo. A felicidade é sobre retirar prazer, alegria, satisfação e significado de grande parte das coisas que você realiza.

A AUTOACEITAÇÃO É A CHAVE PARA A AÇÃO.

A autoaceitação é sem dúvida nenhuma um passo importante para conseguir alinhar-se com o seu estado menos bom que possa estar a passar. Reconhecer o que não deu certo, o que precisa de ser mudado e o que é necessário fazer, são tudo formas de autoaceitação ativa. A autoaceitação não tem a ver apenas com a aceitação dos fatos e dos acontecimentos, mas também reconhecer e assumir erros, fracassos e incapacidades sem sentir-se pior pessoa por isso. A autoaceitação é aceitar o que precisa ser mudado para melhor sem ressentimentos, mágoas ou rancor. A Autoaceitação é comprometer-se com aquilo que você sabe que é necessário ser feito. Mas aqui está o busílis de toda a melhoria, é que este é um processo inicialmente difícil e a maioria das pessoas não vai fazer o trabalho necessário para obter resultados duradouros. Comprar uma TV nova, ir de férias e temporariamente fingir que tudo está bem, mudar de casa esperando que o novo espaço mude a sua mentalidade é mais fácil do que  procurar ajuda e fazer um exame de autodescoberta e de consciência realista. É preciso deixar de acionar os padrões autosabotadores, é necessário deixar de passivamente fazer as mesmas asneiras na sua vida.Talvez, ao longo do tempo e de insucesso em insucesso você tenha construído uma ideia negativa acerca daquilo que tem feito, levando-o a pensar que é indigno de um dia ser feliz. Anos de arrependimento, um futuro cheio de medo, tudo criado por erros de raciocínio, levando a sua mente a justificar com uma lógica fria o seu estado atual. É primordial que você se esforce para perceber que é possível trabalhar em si mesmo, capacitando-se para vir a alcançar o que deseja. É preciso muita ação e trabalho duro da sua parte. Da minha experiência, a maioria do trabalho duro é realizado nos primeiros meses, nas primeiras tentativas. Mas, depois de ganhar autodisciplina, de ganhar movimento positivo, tudo o que é necessário é uma pequena manutenção. É muito mais fácil manter-se saudável do que é ficar saudável.

FAÇA UMA AUTOANÁLISE.

Pense aprofundadamente sobre o que o tem mantido preso durante todo este tempo. O que tem feito ou não tem feito que lhe impossibilita chegar onde pretende. Será o medo da mudança? Será a esperança que aconteça algo melhor? Este conceito da esperança até pode parecer ridículo, mas muitas vezes, a esperança de algo melhor é o suficiente para nos manter nos mesmos padrões de comportamento inadequado, dado que o medo instalado não permite que você tente conseguir aquilo que deseja alcançar. Então fica na esperança de não ter de sair da sua zona de conforto. Fica à espera que um milagre aconteça.

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O que você deseja melhorar? O que você deseja alcançar? O que você quer ser? O que pretende abandonar? Pondere sobre estas questões. A autoanálise pode abranger todos os tipos de coisas, hábitos de vida pouco saudáveis​​, arrependimentos, medos, tudo o que o aborrece, o que gostava de tirar da sua consciência, o que o impede de ser bem sucedido nas áreas de vida afetadas. Tente trazer à sua consciência tudo aquilo que possa andar a perturbá-lo. Depois de conseguir especificar algumas destas coisas, faça uma nova questão:

O que estou disposto a fazer para alcançar o que pretendo?

Você acredita realmente que vale a pena esforçar-se? Que pode fazer algo sobre a sua vida? Se sim, deve orar, deve buscar orientação para fazer as coisas direito, deve procurar terapia, a ajuda de um amigo ou familiar? tente perceber naquilo que deve trabalhar para seguir em frente. Utilize todos os recursos ao seu alcance para estabelecer um processo de mudança de vida positiva.

A felicidade é possível mas é opcional. Se você não está feliz, muito provavelmente você é o problema. Sei que esta realidade pode ser difícil de admitir. Mas considere isto, é também a coisa mais poderosa que você pode aceitar. E, lembre-se, aceitar algo não significa que você tem que gostar. Porque assim como você pode ser o problema, você pode ser a solução.

Perceber esta realidade é capacitador, porque uma vez que se aceite o problema e perceba que na grande maioria das vezes nós somos responsáveis, podemos começar a concentrar-nos na solução. E sim, há circunstâncias na vida que batem forte e pode parecer injusto às vezes. Mas existem pessoas a superar obstáculos incríveis, assim como conseguem superar o passado, independentemente de quão trágico foi. Se muitos conseguem, você também  pode conseguir e tornar-se triunfante.

Dica: Foque a sua atenção mais na solução do que no problema.

Se você procurar uma verdadeira mudança positiva, paz interior e felicidade, você pode encontrar. Mas você deve estar disposto a aceitar a sua condição, e fazer algo no sentido de ir ao encontro dos resultados que pretende.

FAÇA ALGO POR SI DE UMA VEZ POR TODAS

Ao longo do artigo fui referindo que é possível mudar a vida para melhor. Que é possível ultrapassar alguns dos seus problemas pessoais, e problemas psicológicos que possa estar a enfrentar. Talvez se debata como medo do fracasso, com a ansiedade ou depressão. Eventualmente a preocupação excessiva toma grande parte do seu tempo, consumindo-lhe recursos que podia estar a utilizar na procura de uma solução. Esta é extamente a mensagem principal que lhe quero transmitir:

Procure uma solução para o problema que possa estar a enfrentar e que recorrentemente tem paralisado a sua vida.

10 exercícios para melhorar a sua força de vontade e auto-disciplina.

Ter força de vontade significa sermos capazes de fazer o que devemos de forma intencional, vencendo as dificuldades e/ou os estados de ânimo. A força de vontade estabelece uma relação muito forte com a motivação. Motivação, é ter um motivo para a acção, esta acção terá tanto mais ímpeto quanto mais disciplina você tiver. Juntando os conceitos: a força de vontade, utiliza a motivação que temos para a acção, a acção é tanto mais orientada quanto mais disciplina for colocada na persecução do objectivo a alcançar.

Não é preciso grande força de vontade para fazer coisas prazerosas como divertir-se ou ficar deitado sem fazer nada. Pois à nascença todo o ser humano trás já no seu reportório uma tendência natural para a adaptação hedónica (adaptação natural a acontecimentos considerados positivos e prazerosos). Por isso a força de vontade pode ser considerada uma virtude preponderante na nossa vida, esta virtude destaca-se porque permite-nos realizar aquilo que naturalmente não é fácil, mas que necessita de grande esforço, dedicação e trabalho da nossa parte. De uma forma geral, quem na sua vida tem um elevado grau de força de vontade, destaca-se dos outros, é apreciado e admirado pela capacidade de orientar e governar a sua vida.

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REFORÇAR A FORÇA DE VONTADE.

No reforço e prática da força de vontade valem todos os pequenos esforços: Por exemplo quando se trata de terminar a obrigação apesar do cansaço, de estudar a matéria que nos custa, recolher o que está fora do lugar, vestir-se apropriadamente, levantar da cama apesar da falta de vontade, tudo isto pode ser um excelente exercício de força de vontade na vida quotidiana. Encaminhamo-nos passo a passo a grandes conquistas pessoais, pela força do hábito de nos forçar-mos a criar rotinas que dependem da nossa disciplina mental (controlo do que queremos pela acção da vontade própria). Aos poucos vamos forjando pela força de vontade um carácter que actua de forma coerente com aquilo com o qual nos propomos.

NÃO PARE NO FRACASSO.

Quando fracassamos não devemos parar no fracasso. Podemos ter fracassado porque não nos empenhamos bastante, ou porque criamos uma expectativa irreal sobre um determinado curso de acção, lugar, coisa ou pessoa. E quando essas pessoas ou circunstâncias nos desapontam pensamos que fracassamos de alguma maneira. Mas os fracassos ou desencantos devem ser vistos como uma óptima oportunidade para aprendermos sem nunca nos determos neles mais que o necessário para perspectivarmos novas formas de obter o que desejamos.

O fracasso que na grande maioria das vezes tememos enfrentar e aceitar, é o que nos impede de nos realizarmos como pessoa, de realizar o nosso projecto de vida. Persistir, recomeçar ou empenhar-nos mais da próxima vez, essa deve ser sempre a nossa lição nos pequenos fracassos, porque nunca deixamos de olhar o objectivo maior, por ficarmos com o olhar preso no obstáculo que caiu mais atrás, nunca deixamos de nos focar intencionalmente na recta da meta.

Adoptando uma perspectiva optimista, não interessa as vezes que caímos, mas sim aquelas que estamos dispostos a levantarmo-nos. Às vezes os fracassos despertam novas potencialidades, possibilidades e oportunidades, e até por vezes algumas das nossas forças escondidas.

Com relativa facilidade, podemos deixar-nos levar pelo estado de ânimo do momento, deixando de fazer as coisas que deveríamos (aquelas que achamos ser boas para nós e desejamos alcançar), porque é grande o impulso para nos dedicarmos às coisas das quais obtemos prazer de forma fácil, rápida e sem necessidade de termos qualquer habilidades ou competência.

MUNDO DE POSSIBILIDADES.

Vivemos numa época em que a competitividade se tornou feroz, em que a mudança é certa, somos forçados diariamente a constantes adaptações. Por tudo isto reconheço que querer concretizar determinados objectivos, pode tornar-se num calvário repleto de obstáculos, dificuldades e desilusões. Em contrapartida, nunca vivemos numa época em que existisse tantas possibilidades. O mundo está repleto de possibilidades para todos, a informação e a educação está cada vez mais acessível no mundo global. Talvez escolher entre tantas oportunidades e possibilidades se torne só por si uma tarefa de Hércules. É aqui que a força de vontade e disciplina mental se tornam fundamentais. Desenvolver e trabalhar estas áreas é um caminho para nos munirmos de “armas” para combater as dificuldades que inevitavelmente se nos deparam na vida.

SABER AQUILO QUE GOSTAMOS E QUEREMOS.

É preciso estarmos atentos ao que nos rodeia, e tentar perceber onde é que as nossas paixões se podem encaixar, onde é que as nossas melhores habilidades e competências podem surtir melhores resultados. Aliado a tudo isto, e mais importante que qualquer coisa, é necessário conhecer e reconhecer aquilo que gostamos, e que queremos estabelecer como objectivo. Aquilo que nos faz sentir bem, no qual nos possamos sentir como peixe na água. Este caminho de descoberta, pode ser o nosso maior aliado tornando-se num facilitador de vida. Saber o que gostamos, conhecer as nossas forças e virtudes, as nossas capacidades e como as colocar em acção, é meio caminho para sermos bem sucedido nos objectivos que traçamos.

TRAVAR OS IMPULSOS.

Para melhorarmos a nossa força de vontade, devemos munirmo-nos da sua melhor aliada a auto-disciplina. A auto-disciplina é o companheiro da força de vontade, dotando-a com a resistência para persistir em qualquer coisa que você faça. Ela confere a capacidade de suportar privações e dificuldades, seja física, emocional ou mental. Ela concede a possibilidade de rejeitar a satisfação imediata, a fim de obter algo melhor, mas que exige esforço e tempo. Esta capacidade está descrita no mundo da psicologia como uma componente primordial na inteligência emocional, que é a capacidade para adiar a recompensa.

Todos nós temos no nosso mundo interior, impulsos inconscientes, ou parcialmente conscientes, que pontualmente nos levam a dizer ou fazer coisas que lamentamos mais tarde. Em muitas ocasiões, nós seres humanos não pensamos devidamente antes de falar ou agir. Ao desenvolver estes dois poderes, a força de vontade e auto-disciplina tornamo-nos conscientes da nossa vida interior, dos nossos impulsos subconscientes, ganhando assim a capacidade de os rejeitar quando não são bons para nós ou para os objectivos que queremos alcançar.

Às vezes, você deseja ir dar um passeio, sabendo o quanto é bom para a sua saúde e como se sentirá muito bem com isso, no entanto, por vezes sente preguiça, e prefere ver TV. Você pode estar ciente do facto de que precisa mudar os hábitos alimentares ou parar de fumar, no entanto, não tem a força interior e persistência para mudar esses hábitos. Será que isto lhe é familiar?

Quantas vezes você já disse: “Eu gostaria de ter força de vontade e auto-disciplina”? Quantas vezes você iniciou alguma coisa, para depois passado pouco tempo desistir? Certamente todos nós já tivemos experiências como estas.
Todos nós possuímos alguns vícios ou hábitos que desejaríamos superar, como o tabagismo, ingestão excessiva de comida e álcool, a preguiça, a procrastinação ou falta de assertividade. Para superar esses seus hábitos ou vícios, é preciso ter força de vontade e auto-disciplina. Estas virtudes fazem uma grande diferença na vida de todos, promovendo a força interior, auto-domínio e determinação.
Estes dois poderes ou virtudes, como quiser considerar, ajudam-nos a escolher o nosso comportamento e reacções, em vez de sermos governados por elas. A implementação deles no nosso carácter não irá permitir que a vida se torne monótona ou aborrecida. Pelo contrário, você vai sentir-se mais poderoso, responsável por si mesmo, feliz e satisfeito.
Quantas vezes você se sentiu muito fraco, preguiçoso ou com vergonha de fazer algo que você queria fazer? Você pode ganhar força interior, promover a iniciativa e a capacidade de tomar decisões e segui-las. Acredite em mim, não é difícil desenvolver estas duas potências. Se você for sincero consigo mesmo e estiver disposto a tornar-se mais forte, certamente vai ter sucesso.

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DESENVOLVER FORÇA DE VONTADE E AUTO-DISCIPLINA

Um método eficaz para o desenvolvimento e melhoraria destas forças é executar determinadas acções ou actividades. Lembre-se que reforçando uma destas capacidades, automaticamente fortalece a outra.

Apresento alguns exercícios:

  • 1 – Se você estiver em algum local que esteja sentado, no autocarro, no metro, no comboio ou sala de espera, se algum idoso ou grávida não tiver onde se sentar, levante-se e ofereça-lhe o seu lugar, mesmo que preferisse ficar sentado para sua conveniência. Não só porque é um acto educado, mas porque você está fazendo algo com dificuldade e incómodo. Desta forma, treinará a capacidade de superar a resistência do seu corpo, da mente e dos seus sentimentos.
  • 2 – Existem pratos no lava loiça por lavar, e você decide adiar e lava-los mais tarde. Levante-se e lave-os na hora. Não deixe que a sua preguiça o vença. Quando você sabe que deste modo está a desenvolver a sua força de vontade, e tem consciência da importância da força de vontade na sua vida, será mais fácil para você fazer o que tem de ser feito.
  • 3 – Você chega a casa cansado do trabalho e senta-se na frente da TV porque está cansado e com preguiça de ir tomar banho. Não deve obedecer à vontade de se sentar, e ir logo tomar um bom banho relaxante.
  • 4 – Você pode reconhecer que o seu corpo necessita de algum exercício físico, mas vai continuar sentado sem fazer nada ou a ver um filme. Levante-se e vá caminhar, correr ou fazer algum outro exercício físico.
  • 5 – Você gosta do seu café com açúcar? Então, durante uma semana inteira decida beber reduzindo o açúcar para metade. Você gosta de beber três cafés ou mais por dia? Durante 2 semanas reduza para metade.
  • 6 – Às vezes, quando você tem impulso para dizer algo que não é importante ou que vai magoar alguém. decidia não dizê-lo.
  • 7 – Todos temos tendência para ler notícias sensacionalistas e revistas cor de rosa. Não leia algumas dessas coisas sem importância durante uma ou duas semanas, mesmo que você queira.
  • 8 – Você tem um desejo de comer algo não muito saudável. Recuse-se e decida não ceder ao desejo.
  • 9 – Se você se encontra a pensar coisas sem importância, desnecessárias, negativas, tente não lhes dar atenção, pensando sobre a sua inutilidade.
  • 10 – Superar a sua preguiça. Convencer-se da importância do que está a ser feito. Convencer a sua mente que você ganha força interior quando você decide fazer as coisas, apesar da preguiça, da relutância ou da resistência interna sem sentido.

Nunca se convença a si mesmo que não pode realizar os exercícios acima descritos, porque lhe parecem demasiado banais ou simples. Certamente pode conseguir realizá-los. Seja persistente, motive-se pensando sobre a importância da realização dos exercícios, e o poder e força interior que você vai ganhar.
A proposta destes exercícios tem fundamento.Você deverá começar com algo simples, que sejam relativamente fáceis de executar para evitar a desilusão.Depois gradualmente poderá aumentar o numero e a dificuldade dos exercícios. Com a prática você irá melhorar, aumentando a sua capacidade de auto-disciplina e decisão, transformando-se numa enorme satisfação.

Se você praticar musculação, correr ou fizer ginástica aeróbica, irá fortalecer os músculos, de modo que quando precisar mover ou transportar algo pesado, terá força para o fazer. Ao estudar todos os dias um pouco de francês, você será capaz de falar francês quando viajar para a França. Acontece o mesmo com a força de vontade e auto-disciplina, por fortalecê-las, elas tornam-se disponíveis para o seu uso sempre que precisar.

15 dicas para apimentar o ato sexual.

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Confira sugestões simples e eficientes que vão ajudar você a turbinar a sensualidade na relação e melhorar seu desempenho na hora da conquista.

1. Jogos de sedução esquentam a relação. A melhor maneira de despertar o interesse dele é fazer certo doce. Diz a sabedoria oriental que o instinto caçador do homem continua em alta.

2. Homens gostam de realizar suas fantasias. Aja como uma cortesã. Pergunte o que o satisfaz. Deixe que ele pense que está sendo servido. Você será recompensada.

3. Trocar de papel é uma maneira dinâmica e simples de espantar a rotina. Se você faz o gênero passiva, comande. Sente-se sobre ele e dite o ritmo da transa.

4. O segredo do orgasmo feminino é focar na mente. Durante a transa ou preliminares, deixe a imaginação levá-la ao clímax.

5. A experiência multissensorial garante um nível máximo de prazer. Peça para seu parceiro usar a boca e as mãos simultaneamente em locais diferentes de seu corpo. Também vale um brinquedinho.

6. Um bom desempenho sexual requer autoconhecimento. Mãos à obra! É importante conhecer bem seu corpo para poder mostrar a ele o caminho da felicidade.

7. Peça para seu lindo lhe dar uma mãozinha antes da penetração. Quando ele usa primeiro as mãos, a mulher chega mais rápido ao orgasmo.

8. Tapinhas durante a transa podem ser bastante excitantes. Para quem dá e para quem recebe. A dica é seguir o mesmo ritmo da penetração. É para ser gostoso, não doloroso.

9. Esprema o pênis dele com as paredes da vagina por longos períodos. É infalível para intensificar o prazer masculino. E o feminino também.

10. Arranhões, mordidas e gemidos são essenciais para apimentar o sexo. Pequenas e delicadas mordidas, inclusive no pênis, podem levá-lo à loucura! Com moderação.

11. A posição que faz mais sucesso com as mulheres é de quatro. O prazer aumenta quando ele determina o ritmo, fala ao seu ouvido e segura seus cabelos.

12. O sexo oral precisa de técnica para ser executado. Segure o pênis de modo firme. Depois morda delicadamente as laterais. Beije, dê lambidas, faça movimentos de sobe e desce e simule que o engole. Esses são os segredos da perfeição. Realize os movimentos devagar e observe as reações dele.

13. Sexo com amor e intimidade é melhor. Mas as relações movidas apenas pelo desejo também são deliciosas. A regra para aproveitá-las é não confundir os propósitos e não esperar de um encontro casual mais do que ele pode oferecer.

14. Tamanho pode, sim, ser documento. Isso não significa que só os avantajados dão prazer. Mas dois corpos proporcionais têm mais chances de ter uma conexão perfeita.

15. Alguns truques podem deixar as transas mais frequentes. Entre eles, irem para a cama juntos e dormir de conchinha. Tocá-lo com carinho e preservar a privacidade no quarto do casal também ajuda.

É possível aprender durante o sono?

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É possível aprender durante o sono?  Esse é o sonho de todos os estudantes. Enquanto você dorme alguém lê a matéria – ou você coloca um gravador no ouvido repetindo aquela ladainha –  e você acorda sabendo. Sem precisar perder tempo estudando para a prova. Que maravilha seria, não? Experiências anteriores mostram que infelizmente isso ainda não é possível. Entretanto, uma pesquisa recente desenvolvida por pesquisadores israelenses mostra que algumas novas informações, como sons ou respostas olfatórias podem ser adquiridas durante o sono. O trabalho acaba de ser publicado na revista Nature Neuroscience.

Recordando:

O sono é um estado caracterizado pela perda da consciência e por uma resposta reduzida a estímulos externos. Entretanto há evidências de que o cérebro “adormecido” é capaz  de processar informações sensoriais. Por exemplo, ao ouvir seu próprio nome  durante o sono o cérebro de uma pessoa terá respostas diferentes do que se ouvir nomes ou sons sem significado. Sabemos que o sono pode consolidar conhecimentos já adquiridos, mas será que podemos adquirir novas informações enquanto dormimos? O que mostrou essa nova pesquisa coordenada pelo cientista Noam Sobel?

Os voluntários eram expostos a diferentes sons e  odores  durante o sono.

Como a realização de pesquisas como essas não é fácil, os cientistas resolveram testar se os voluntários conseguiam identificar odores  de substâncias novas, que eram divididos em agradáveis (como shampoo ou perfume) e odores desagradáveis. Para garantir a fidedignidade dos resultados, era fundamental ter certeza que os voluntários estavam  realmente dormindo e que permaneciam assim durante todo o experimento. Antes de iniciar a experiência os pesquisadores fizeram vários testes para assegurar-se que os sujeitos da pesquisa estavam realmente adormecidos. Além disso, tiveram o cuidado de escolher um estímulo – como o odor –  que não acordasse os voluntários e fácil de ser reconhecido.  Sabemos que quando sentimos um odor agradável inalamos profundamente. Por outro lado, em presença de um cheiro ruim, fazemos o contrário. Temos uma respiração curta.

Como foi feita a pesquisa?

Para saber se as pessoas conseguiam reconhecer um odor agradável ou um cheiro ruim durante o sono, os pesquisadores associaram os odores a diferentes sons. Um determinado som era seguido de um odor agradável e outro som precedia um cheiro ruim.  As respostas foram monitoradas e  as primeiras observações mostraram que os sujeitos adormecidos conseguiam distinguir os diferentes odores: o agradável desencadeava uma inalação profunda e o mau cheiro uma respiração curta.

Qual foi o próximo passo?

Para verificar se havia ocorrido o aprendizado durante o sono, os pesquisadores submeteram em seguida os voluntários somente aos sons, que haviam sido previamente associados a um odor agradável ou desagradável. Surpreendentemente, as respostas respiratórias foram as mesmas: o som associado a um bom odor desencadeava uma inalação profunda e o som associado ao cheiro ruim, a respiração curta. E o melhor de tudo: esse comportamento repetiu-se  durante o sono e também quando os voluntários acordaram.

Quais são os limites?

De acordo com a Dra. Anat Arzi, que é a primeira autora dessa pesquisa, sabemos agora que algum tipo de aprendizado é possível durante o sono.  Entretanto serão necessários novos estudos para determinar quais são os limites – o que é possível e o que não é possível aprender enquanto dormimos.  Enquanto isso, temo que teremos que continuar a estudar para as provas pelo método tradicional.

A felicidade é contagiosa.

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A felicidade e o bem-estar dos seus amigos, e dos amigos deles, podem ter influência direta no seu humor, nos seus hábitos e na sua qualidade de vida.

Você já deve ter ouvido falar da teoria dos seis graus de separação. É aquela que nos coloca a uma distância de até meia dúzia de pessoas do resto do mundo. Pela hipótese, qualquer um é capaz de apertar as mãos, por exemplo, dos vencedores do Prêmio Nobel de Medicina 2008 — os franceses Françoise Barre-Sinoussi e Luc Montagnier, que descobriram o vírus causador da aids, o HIV — acionando apenas alguns poucos contatos.

Entre os matemáticos, ainda restam cálculos que comprovem tal fenômeno, que eles chamam de pequenos mundos. Já no campo da cura e da prevenção de doenças, os pesquisadores somam cada vez mais evidências de que essa mesma rede de amizades funciona como um poderoso canal de contágio de bom humor, bem-estar e até felicidade.


O que pesquisas recentes mostram é que, assim como vírus e bactérias, a saúde também é transmissível — só que por meio dos laços afetivos criados entre nós. Na prática, quem se aproxima de gente que faz ginástica, por exemplo, tende a espantar o sedentarismo sem sofrimento.

Aqueles que presenciam a decisão de um amigo de parar de fumar têm mais chances de largar o cigarro. E os que preferem conviver com pessoas alegres acabam tornando-se mais satisfeitos com a vida. De acordo com um estudo assinado pela Harvard Medical School, nos Estados Unidos, se um grande amigo seu ficar contente, a probabilidade de você começar a rir à toa só por conviver com ele é de 60%.


Como humores e hábitos se tornam contagiosos? Os mecanismos que permitem a propagação de algo que não cabe em um tubo de ensaio ainda pedem mais esclarecimentos.

Os cientistas, porém, têm algumas pistas. "Os animais sociais, como é o caso do homem, nascem com a capacidade de imitar seus pares mesmo sem ter consciência disso. É o efeito camaleão" explica a neurocientista Eliane Volchan, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. "Fazendo isso, o indivíduo consegue incluir-se no grupo e obter a necessária proteção para sua sobrevivência."


Seria como uma mímica involuntária ou instintiva, a mesma que nos rege toda vez que presenciamos um bocejo — quando nos damos conta, já estamos com o bocão aberto. Mas o trabalho do pessoal de Harvard vai ainda mais longe: sugere que a transmissão pode se dar entre desconhecidos, e a distância. De acordo com os pesquisadores, existem até três graus de contágio social. Ou seja, o amigo do vizinho de porta do seu melhor amigo tem influência sobre sua felicidade.


Outro aspecto que reforça a importância dos nossos relacionamentos é o papel das amizades na conquista da saúde. Um artigo do jornal americano The New York Times publicado em abril mostra que o amparo emocional do amigo é capaz de prolongar a vida, renovar a memória, combater o câncer, proteger o coração e até evitar a obesidade.

A neurocientista Eliane Volchan complementa: "Temos evidências de que a amizade acelera o tempo de cicatrização de uma lesão e também ajuda a reduzir o estresse".

Os especialistas apenas alertam: o círculo social é uma mão de duas vias. Do mesmo modo que conduz o vírus da felicidade, pode trazer influências não tão desejáveis, como a depressão, o mau humor, os vícios e por aí vai. Em outras palavras, o amigo do amigo do seu amigo pode ser um agente transmissor das doenças ditas não contagiosas. Isso significa que é importante estar atento a essas influências negativas.


A primeira coisa a fazer é entender que, embora estejamos falando de reações neurológicas espontâneas, podemos, sim, ter controle sobre elas e nos proteger. E não se trata aqui de se afastar de amigos que estejam acima do peso ou, então, em frangalhos emocionais. Afinal, a amizade está acima do estado de saúde das pessoas... "Mas também não precisamos ficar passivos diante de alguém que vive de cara fechada ou reclamando de tudo", orienta o psicobiólogo José Roberto Leite, do Departamento de Medicina Comportamental da
Universidade Federal de São Paulo. "É preciso uma atitude assertiva, isto é, deixar claro para o outro que o mau humor dele está fazendo mal também para você. Sem agressividade, mas com firmeza."

De acordo com Leite, a ideia não é exigir do outro que mude sua atitude. Principalmente quando o assunto for cigarro ou maus hábitos alimentares. "É preciso apenas ser coerente com você mesmo e sua saúde. Muita gente, querendo agradar, é condescendente com comportamentos alheios e acaba se prejudicando", constata Leite, que cita o caso do amigo depressivo. "Por mais que você goste dele, não dá para ficar refém de suas amarguras e ser submetido a elas a toda hora. É importante dar apoio, mas em algum momento tem de haver um basta, para que ele deixe de se escorar em você e vá se ajudar."
A psiquiatra Alexandrina Meleiro, que trabalha no
Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, confirma que a depressão é contagiante. E chama a atenção para outra questão relevante: existem pessoas mais ou menos vulneráveis a influências. "A maturidade emocional é decisiva nessa hora. Pessoas que têm muita dificuldade para lidar com dores e frustrações são mais suscetíveis", avalia. "Um bom exemplo é o de uma crise: diante dela, há os que se queixam, os que esperam que os outros a resolvam e os que tomam atitudes para enfrentá-la. Os mais maduros são os que se ajustam às dificuldades."

Outra maneira de se livrar de algumas roubadas, dizem os especialistas, é escolher os amigos com cautela. Eles recomendam ficar o máximo de tempo possível com aqueles que se mostram sempre dispostos e sorridentes. Sugerem ainda que se busquem companhias com interesses comuns e saudáveis, como correr ou cozinhar pratos balanceados. Ou seja, algo que pode ser socializado. Diante de pessoas com estado emocional ou comportamentos dos quais a gente quer distância, a orientação é esquivar-se da natural inclinação que temos para imitar expressões faciais e posturas. "Enfim, temos de procurar nos blindar sempre, sabendo o que queremos e o que não queremos para a nossa vida. Afinal, a influência social nos acomete o tempo todo."