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Humanidade já despejou 170 mil quilos de lixo espacial na Lua.

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Muita gente ainda acredita na teoria da conspiração de que o homem nunca pisou na Lua. A verdade, no entanto, é que não só os humanos chegaram à Lua como também despejaram toneladas de lixo espacial no único satélite natural da Terra. Nesta segunda-feira (17), a quantidade de lixo aumentou: duas sondas da Nasa caíram na superfície da Lua.

Qual a quantidade de lixo que já depositamos na Lua? O site da revista The Atlantic fez um inventário parcial que ajuda a ter uma ideia da quantidade de detritos que levamos para lá. São mais de 70 naves espaciais, entre sondas, foguetes e módulos lunares, além de uma série de coisas bem mais mundanas, como cinco bandeiras americanas, duas bolas de golf, um dúzia de par de botas, kit de higiene pessoal e mais de 90 sacos de urina de astronautas.

A estimativa mais recente é de que humanos despejaram mais de 170 mil quilos de material de origem terrestre na Lua. A maior parte desse lixo foi despejado lá de propósito – os custos para retornar o lixo para a Terra são muito altos, e por isso as agências espaciais optaram por deixar o detrito no espaço.

E não é só a Lua que estamos sujando. Mais de 16 mil objetos estão na órbita da Terra. Ocasionalmente alguns detritos voltam ao planeta, em uma “chuva de meteoritos” de lixo espacial.

VÍDEO ES-PE-TA-CU-LAR: homens voadores entre florestas e montanhas inacreditáveis na China.

Com a precisão de movimentos dos protagonistas, a paisagem esplendorosa, peculiaríssima, e a trilha sonora à perfeição, este com certeza está entre os vídeos mais belos, mais radicais, espetaculares e emocionantes publicados no blog.

O esporte, radicalíssimo, é o base jump, em que o praticante vira um homem voador; o cenário é Huangshan, a “Montanha Amarela”,  uma cordilheira no sul da província de Anhui, no leste da China.

Vejam as montanhas majestosas, os grandes abismos sugadores, os incríveis picos de pura pedra, estreitos e altos, como não há em nenhuma outra parte do mundo, as florestas, a bruma – e, claro, a coragem e a habilidade dos homens voadores, que chegam a soltar fumaça colorida, como fazem as esquadrilhas de acrobacias aéreas.

 

Experimente o Muay Thai.

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Para quem não consegue gostar de musculação – ou gosta e pretende otimizar os ganhos com outra atividade –, o Muay Thai é uma boa alternativa. O Muay Thai é uma arte marcial tailandesa que envolve chutes, socos, cotoveladas e joelhadas, mas tudo isso pode trazer muitos benefícios à saúde. Além de garantir mais flexibilidade e definição, o exercício ainda queima muitas calorias. A aula não trabalha apenas a luta em si, mas conta também com corrida, alongamento, abdominais, polichinelos, agachamentos… Conheça aqui alguns benefícios do Muay Thai:

- Melhora o condicionamento físico: a composição corporal, a resistência muscular, o condicionamento cardiorrespiratório e a flexibilidade.

- Estimula as funções dos órgãos e das glândulas, deixando-os cada vez mais fortes e em mais perfeito funcionamento.

- Promove o tônus e o crescimento muscular.

- Combate a depressão e a ansiedade e promove a autoconfiança.

- Regula o sono, a atividade sexual e o sistema imunológico.

- Acelera o metabolismo e favorece o emagrecimento.

- Melhora a coordenação motora e desenvolve a força e a agilidade.

Além de todos esses benefícios, o Muay Thai ainda é uma atividade prazerosa e descontraída. É muito cansativo, mas pode ter certeza de que ele garante muita disposição para o resto do dia. Além disso, por ser um exercício aeróbico, libera endorfina e promove o bem estar. Para ir aos treinos com pique de atleta, não deixe de consumir antes um carboidrato e uma proteína. Depois do treino, também não abra mão da proteína para a reconstrução e a recuperação muscular.

Entre em forma sem musculação.

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Para emagrecer ou definir o corpo, a maioria das pessoas acaba se restringindo às salas de musculação. Porém, frequentar uma academia não é a única maneira de manter o corpo e a saúde em forma. Existem inúmeros outros exercícios que, além de promover ganhos na questão física, ainda garantem diversão e bem estar. Os treinos de musculação às vezes podem ser monótonos e você pode se sentir desmotivado. Então confira abaixo alguns exercícios super legais pra entrar em forma para o verão. É importante lembrar que as aulas servem para aprender, então nada de ter vergonha de encarar o desconhecido e de não saber fazer nada.

1 – Indosurf: ao contrário do que muita gente pensa, essa modalidade não exige que o praticante tenha noções de surfe ou natação. No início, o aluno usa pranchas grandes para garantir mais segurança e estabilidade. Conforme for se adaptando e pegando prática, usa pranchas menores. Em três meses, o aluno adquire um condicionamento adequado para a prática do esporte, cujos benefícios são condicionamento, flexibilidade, coordenação e fortalecimento.

2 – Circo: qualquer um se anima só de pensar em fazer aulas de circo, uma vez que essa modalidade remete a sonhos e gostos infantis. Além de ganhar força, flexibilidade, postura, consciência corporal e fortalecimento muscular, o aluno aprende a superar os próprios medos e garante muito condicionamento físico.

3 – Patinação: essa é mais uma modalidade que remete aos sonhos e fantasias. Parece uma modalidade quase impossível, mas ela depende apenas do medo do praticante. Em um mês de aulas, o aluno ganha segurança e já consegue executar melhor os movimentos. Além de fortalecer os músculos, a patinação promove o ganho de equilíbrio e de postura e, de quebra, manda embora as gordurinhas.

Cinco dicas para começar bem a segunda-feira.

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O despertador pela manhã é o anúncio do fim do descanso. Depois de dois dias de folga, chega a segunda-feira, que mais parece um monstro pronto para te atacar.

"A segunda-feira é o dia com menor índice de execução de tarefa e maior índice de adiamento", afirma Christian Barbosa, especialista em produtividade e dono da Triad Consulting. "Começamos a segunda-feira ainda na velocidade do final de semana, demoramos mais para pegar no tranco." 

No entanto, com um pouco de organização e força de vontade é possível tornar a segunda-feira um dia mais agradável e, principalmente, mais produtivo. Confira as dicas do especialista para começar a semana com o pé direito e evitar a desorganização nos quatro dias que seguem a segunda-feira.

Conclua as tarefas de sexta-feira

O lema "não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje" é o que fala mais alto no planejamento semanal. Sempre que possível, evite deixar atividades por terminar na sexta-feira. Se for inevitável, distribua o restante da atividade nos três primeiros dias da semana. "É melhor não deixar para terminar tudo na segunda-feira", diz.

Esqueça as reuniões no começo da semana

O ideal, segundo o especialista é marcar as reuniões de planejamento nas quartas, quintas e sextas-feiras. "Nós já estamos em um ritmo mais lento no começo da semana, reuniões acabam tomando muito tempo e sobra pouco para a organização das tarefas pessoais", diz.

Evite planejar excessivamente a sua segunda-feira

Por incrível que pareça, Christian sugere que apenas três ou quatro horas do dia sejam dedicadas a atividades previamente marcadas. "Você precisará de mais tempo para a organização da semana, portanto, evite encher a segunda de compromissos."

Tome notas

Christian aconselha utilizar ao menos um organizador prático como o Outlook, uma planilha de atividades ou até mesmo um bloco de notas. "Não podemos confiar na memória, caso contrário perdemos a concentração nas atividades a todo momento, com a voz interna lembrando de tudo que temos a fazer."

Receba a segunda-feira de braços abertos

O especialista lembra que, apesar de todas as reclamações quanto às segundas-feiras, o início de uma nova semana deve ser sempre lembrado como uma nova oportunidade de realizar seus projetos. "É claro que ninguém fica feliz quando acaba o descanso, mas quando se faz o que se gosta, uma segunda-feira deixa de ser um martírio e vira uma oportunidade."

Dicas para você amar o emprego que você já tem.

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Mesmo que aquela gostosa sensação de satisfação plena com o trabalho tenha sumido, não é preciso correr atrás de novas oportunidades para recuperar a felicidade. Veja o que fazer:

Você se imagina, várias vezes, que está no cinema, na sorveteria ou em qualquer lugar bem longe do escritório? Diagnóstico: seu trabalho deve estar muito tedioso. Você não é a única a odiar seu emprego. Quase metade das pessoas entrevistadas pela Right Management, consultoria de recursos humanos, está insatisfeita com o trabalho: 5 700 profissionais responderam "não" ao serem perguntados se eram felizes com a atividade atual. Pois é. Mas não precisa bater na porta de outra empresa ou ir para outra área. Reverter o quadro sem pedir demissão é mais esperto. "Ficar na mesma empresa é melhor por causa do vínculo, que é o que faz você crescer e ser promovida", diz  a consultora Elaine Saad. Mudar de endereço aumenta o tempo para construir vínculo na nova organização. E o pior: os problemas podem voltar. Os motivos que fazem você chorar nas noites de domingo geralmente são os mesmos que poderiam deixá-la tão entusiasmada quanto ter o salário do Bill Gates. Ou até mais. Dinheiro até traz felicidade, mas não tão duradoura quanto a gerada pelos fatores a seguir:

O chefe

Quase sempre ele é o causador dos problemas. "O chefe imediato é responsável por até 75% dos pedidos de demissão", diz Elaine. As queixas são as mais variadas: ele "Não ouve minhas ideias", "Não valoriza meu trabalho", "Pede coisas impossíveis", "Nunca explica o que quer", "Esquece que eu sou só uma"... Se você costuma repetir algum desses mantras, saiba que apenas reclamar não adianta. Em vez disso, fale. Sim, só assim pode mudar algo. "Não dá para demitir o chefe, mas dá para ensiná-lo a trabalhar com você", diz a consultora de RH Stella Angerami. Seja clara e objetiva, sem esquecer a hierarquia. Da próxima vez que ele despejar em sua mesa uma pilha de tarefas urgentes, mas impossíveis de ser realizadas em um dia, diga: "Preciso saber quais são as prioridades para me organizar, porque não vou conseguir fazer tudo hoje". Acredite, dá certo.

O orgulho

"Para ter felicidade profissional, você precisa enxergar um significado para o seu trabalho e ver que é valioso e útil para si e para os outros", diz o professor Anderson Sant'Anna. Quem não vê sentido para o seu suor de todo dia dificilmente se mantém satisfeito com o que faz. A saída é entender melhor os processos da empresa e identificar como as tarefas que executa se encaixam no contexto. Você pode ter que conversar com os colegas e com o chefe. Para fazer bem a sua parte, é preciso entender de que forma você contribui.

O reconhecimento

Todo mundo quer saber se o que faz está agradando. Vai bater desânimo se a dedicação for total e a empresa nunca der sinais de que você é importante - seja aumentando suas responsabilidades, seja escalando você para uma viagem ou para um curso. "Quando não há retorno, a sensação é de dar muito sem receber nada", diz Elaine. "Mas só ouvir parabéns basta." Se nunca escutou algo parecido, diga para seu chefe: "Gostaria de ter uma avaliação do meu trabalho, dos meus pontos fortes e do que posso melhorar". Se não quiser algo tão formal, sonde caso a caso: "E aquele relatório que fiz, será que posso usá-lo como modelo?" Repita a operação sempre que necessário. Quanto ao curso ou à viagem, pague para ver: candidate-se e ouça a resposta.

Os desafios

Não há quem resista a passar anos fazendo a mesma coisa. A gente precisa de desafios para testar capacidades e para desenvolver novas aptidões. "Quem não os tem pode cair na síndrome da estagnação", diz o consultor Gutemberg B. de Macedo. De novo: se está faltando esse ingrediente, você precisa se mexer. "Você pode se candidatar para assumir um projeto mais complexo dentro da própria empresa", diz Macedo. A dica é ficar sempre de olho nas oportunidades. Se a companhia ganhou um novo cliente de uma área que você domina, dê ideias e mostre que entende do mercado.

As perspectivas

"Ainda que você goste do que faz e da empresa em que está, se quando olha para a frente pensa que vai morrer no mesmo lugar, vai se sentir insatisfeita", afirma Elaine. Aqui não tem segredo: se você acha que já passou da hora de ser promovida, encontre o momento para conversar sobre o assunto com o chefe. De novo, seja objetiva: "Não é só dizer 'Quero crescer', mas 'Tenho condições de crescer e de assumir isso e aquilo'", diz Elaine. Antes, porém, a especialista aconselha fazer uma avaliação realista sobre as suas capacidades e estocar munição para a conversa. Será preciso explicar e dar exemplos bem práticos de por que você se sente preparada para subir - e, se o chefe não parecer pensar o mesmo, convencê-lo disso.

O equilíbrio

Se você trabalha demais e tem sido impossível encontrar as amigas, deve estar infeliz e estressada com as horas que passa fora de casa. "A verdade é que a maioria não usa o tempo da melhor forma", diz Macedo. A solução está na organização. O ideal é estabelecer metas e prioridades diariamente: identifique as atividades urgentes e as que são importantes mas podem esperar e dirija toda a sua energia para realizar o que interessa. Se isso virar rotina, vai sobrar espaço na agenda para pegar um cineminha, namorar, fazer academia. Macedo só faz um alerta: "Tem sempre um chefe que telefona a qualquer hora e você se sente na obrigação de atender". Nesse caso, dar um basta é função toda sua.

Os colegas

"Relacionar-se é outro fator para a felicidade no trabalho", observa Sant'Anna. Claro, você não precisa viajar para a praia com o pessoal do escritório, mas, se está desenturmada, saiba que dá para tornar o ambiente agradável. "Manter uma convivência amistosa é o primeiro passo", diz Stella. Além disso, tente achar pontos em comum com alguns colegas. Assim, terá companhia para almoçar e tomar um café durante a tarde - aos poucos, o ambiente parecerá mais acolhedor. O problema acontece quando você não tem o perfil da empresa. Aí, sim, mudar é a melhor escolha.

O que passa pela cabeça dos homens?

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A gente não desiste de tentar entender o que se passa na cabeça do homem quando ele se apaixona, resolve se amarrar pelo resto da vida, ferve de tesão e, principalmente, mente. Por sorte, a ciência está do nosso lado. Fomos atrás de estudos recentes que mostram como operam a mente e o corpo masculinos nessas quatro situações. Curiosa? Confira.

O que passa pelo cérebro do homem quando ele...

...Se apaixona à primeira vista

O gato está em um barzinho quando você aparece. O pobre mal consegue piscar: "É ela!" O sistema de recompensa cerebral é ativado e o moço fica louco para cobri-la de beijos. Segundo Alexandre Bez, psicólogo especializado em relacionamento, são claros os sinais de que ele já é seu: "Os olhos brilham, as abas do nariz se abrem..." Isso sem falar que o bonitão fica bem-humorado e, segundo estudo da universidade americana de Bucknell, tenta ocupar o máximo do espaço físico possível para exibir poder. Ele afasta as pernas, estica os braços, mantém os cotovelos abertos...

...Sente um orgasmo

O nível da oxitocina aumenta 500% no pós-orgasmo e é esse hormônio o grande responsável pelo efeito hipnótico do sexo. Com ele, seu homem fica amoroso e entregue. Outras maneiras de fazer a quantidade dessa substância subir são: estimular os mamilos dele, massagem ou abraço. Bônus: ao beijá-lo, prefira o lado direito do corpo, controlado pelo hemisfério esquerdo cerebral. Ele registra seu carinho na parte otimista da mente e sente mais prazer.

...Assume compromisso

Oxitocina e vasopressina são o segredo para você subir ao altar. É isso mesmo: esses dois hormônios produzidos pelo hipotálamo fazem seu querido não ver a hora de dividir a escova de dentes com você. Eles trabalham associados à dopamina, neurotransmissor produzido em uma área cerebral chamada substância negra e que dá aquela sensação de alegria e prazer intensos. Oba! Ele decidiu viver o resto dos dias ao seu lado. Agora é só mandar fazer o vestido e as alianças.

...É pego na mentira

Para descobrir se ele está mentindo, observe: "Quem mente se contradiz...", observa o psicólogo Ailton Amélio dos Santos. O moço tende a gesticular menos, evitar encará-la, voltar os olhos para o canto superior direito ou esquerdo, balançar a perna, cruzar os braços... E, se o assunto for traição, o safado pode ficar vermelho de vergonha, virar o corpo olhando para a esquerda e não conseguir dar respostas rápidas.

As barbas mais bizarras do mundo!

Pensei em colocar o título “As mais feias do mundo”, mas gosto não se discute. Mas que são todas bizarras é unanimidade, né? Dá uma olhada:

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Os melhores beijos olímpicos.

A gente já viu que Londres está cheia de casais disputando medalhas. Mas não é só essa forma de carinho que está rolando por lá, na Olimpíada. O site BuzzFeed fez uma lista muito engraçada de beijos olímpicos. Confira abaixo a galeria, um pouco modificada e adaptada:

1. Beijo entre companheiros de equipeenhanced-buzz-29483-1344598212-8

2. Beijo entre oponentes148073175JH00206_Olympics_D

3. Beijo no treinador148073413JV00002_OLYMPICS_D

4. Beijo apaixonadoLondon Olympics Beach Volleyball Women

5. Beijo apaixonado no treinador148073489DI00363_Olympics_D6. Beijo apaixonado entre companheiros de equipe

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7. Beijo no filho148073472RD00064_Olympics_D

8. Beijo da mãeenhanced-buzz-17701-1344598500-11

09. Beijo em foto de famíliaenhanced-buzz-5132-1344598333-5

10. Beijo no uniformeLondon Olympics Athletics Men

11. Beijo em cavaloLondon Olympics Equestrian

12. Beijo no aparelho de ginásticaenhanced-buzz-17079-1344598386-13

13. Beijo no pesoenhanced-buzz-29503-1344598242-6

14.Beijo no chãoenhanced-buzz-4824-1344599520-19

15.Beijo na medalhaenhanced-buzz-16596-1344598220-4

Óleo de coco: para emagrecer, não passa de bobagem.

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Na forma líquida ou na de pílula, cada vez mais pessoas usam suplementos na tentativa de perder peso. Com esse objetivo, só estão perdendo dinheiro.

O óleo de coco, seja na forma líquida ou na de pílula, é o emagrecedor da moda. Na forma de pílula, é ingerido duas vezes ao dia. Líquido, também pode ser ingerido ou usado no preparo de alimentos. Na Mundo Verde, uma rede de 205 lojas de produtos naturais espalhadas pelo Brasil, as vendas aumentaram 500% nos últimos 4 meses, mais do que qualquer outro produto. O frenesi não deve continuar por muito tempo. Vários alimentos, bebidas, sementes e produtos naturais caíram no esquecimento pela ausência de estudos científicos e resultados práticos que comprovassem sua eficácia. O caminho dessa nova moda parece ser o mesmo.

O primeiro motivo é que nada — benefícios ou prejuízos — foi provado em relação ao óleo, o que basta para impedir que médicos responsáveis recomendem a substância como emagrecedor. Segundo Gláucia Carneiro, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e do ambulatório de obesidade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as evidências científicas são insuficientes para que as pessoas contem com o óleo de coco para emagrecer.

Não há mal nenhum em usá-lo, em sua forma líquida, como substituto do óleo de origem animal ou mesmo do óleo de soja na preparação de alimentos. Ele faz parte do grupo de gorduras vegetais, mais saudável do que as animais. No entanto, é rico em gorduras saturadas. O azeite de oliva, por exemplo, tem gorduras insaturadas. Para cozinhar, tudo bem. Para emagrecer, fora de questão.
Sem comprovação — As pesquisas que encontraram tanto benefícios como malefícios no alimento não foram capazes de explicar o mecanismo envolvido. Há quem atribua ao óleo de coco a condição de um termogênico, ou seja, algo capaz de aumentar a queima de calorias no corpo. Substâncias termogênicas estão presentes no café ou no chá verde, por exemplo, mas também podem ser encontradas em suplementos alimentares. Mas, de novo, nada foi comprovado.
Pesquisadores brasileiros da Universidade de Alagoas, em Maceió, publicaram no periódico Lipids, em 2009, um estudo sobre óleo de coco. Nele, 40 mulheres obesas de 20 a 40 anos seguiram, por 12 semanas, uma dieta com restrição calórica (menos consumo de carboidratos, mais ingestão de proteínas e fibras e semelhante consumo de gordura) e praticaram 50 minutos de caminhadas todos os dias. Metade delas ingeriu suplementos óleo de soja e as outras, de óleo de coco. Antes do início do estudo, as participantes apresentavam níveis de colesterol, índice de massa corporal (IMC) e medidas abdominais parecidas. Ao final da pesquisa, aquelas que consumiram óleo de coco apresentaram maiores níveis de HDL, o colesterol 'bom', e menores de LDL, o colesterol 'ruim', enquanto o outro grupo teve os dois tipos de colesterol aumentados. A redução do IMC foi observada nos dois grupos, embora somente o grupo do óleo de coco tenha reduzido a circunferência abdominal.
Os pesquisadores concluíram que dieta com suplemento de óleo de coco não aumenta os níveis de gordura no sangue e reduz medidas abdominais em obesos. Entretanto, eles também observaram que o suplemento pode induzir uma resistência à insulina. Os cientistas, no entanto, concluíram que outros estudos eram necessários para avaliar os efeitos do alimento a longo prazo.

Ilusão — Por causa de resultados controversos como esses, que indicam tanto benefícios quanto malefícios do óleo de coco, sem confirmar nenhum dado e estabelecendo a necessidade de novos estudos, os médicos acreditam que incluir óleo de coco na dieta como um suplemento alimentar não é seguro. "Nenhum estudo feito sobre óleo de coco tem qualidade que garanta segurança dos resultados, além de não ter sido publicado em revistas médicas de excelência", afirma Cíntia Cercato, endocrinologista da SBEM e do Hospital das Clínicas.
O endocrinologista Alfredo Halpern, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e autor do livro Pontos Para o Gordo, é mais taxativo. "O óleo de coco é uma grande enganação. É rico em gorduras saturadas, ou seja, em excesso faz mal, e não tem nenhuma dessas propriedades sobre as quais as pessoas vêm falando. É uma gordura como outra qualquer: pode ser consumida, mas também é capaz de engordar o indivíduo", afirma.

O óleo de coco não precisa ser exterminado. Ele pode substituir outras gorduras, como manteiga, óleo de girassol e azeite, na preparação de alimentos, desde que haja bom senso. "A gordura não é proibida. O ideal é que ela represente, no máximo, 30% do total de calorias que consumimos ao dia, dependendo do tamanho, do peso e do estilo de vida do indivíduo. As gorduras saturadas, porém, não devem ultrapassar 7%”, diz o endocrinologista da SBEM e chefe do grupo de obesidade do Hospital as Clínicas da Faculdade de Medicina da USP Márcio Mancini.

Mancini, porém, reafirma: para emagrecer, o óleo de coco é uma bobagem. "Quem compra essa ideia joga dinheiro fora, se ilude com um caminho fácil para a perda de peso e acaba se decepcionando."

Veja dicas para entregar-se ao prazer livre de neuras com o próprio corpo.

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Chega de transar só no escuro! Sentir vergonha do próprio corpo é uma neura que você precisa perder para ser feliz na cama. Veja as dicas e entregue-se ao prazer.

Celulite, seios pequenos, barriguinha saliente... Tudo isso pode deixar uma mulher encanada na hora H e, pior, perder o interesse por sexo. Segundo a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello, mulheres que encanam com o próprio corpo podem nem chegar ao orgasmo - os especialistas chamam isso de anorgasmia. “ O clímax acontece só quando o casal se entrega à transa. Ficar de olho nas expressões do gato para ver se ele está reparando em seus defeitos desvia a atenção - e você não chega lá.” Entenda de onde vêm essas neuras e prepare-se para dar a volta por cima.

1.  Não ligue para padrões de beleza.
Enquanto os homens se preocupam com o tamanho do pênis, as mulheres sofrem com neuras relacionadas ao corpo. "Isso acontece por causa de um padrão de beleza determinado pela sociedade, há anos, e as mulheres insistem em segui-lo", afirma Carla, que garante: "Os homens não estão nem aí para isso".

2. Seja bem espontânea na hora H.
Transar só numa posição ou nunca deixar o parceiro tirar sua camiseta para não mostrar os pneus faz com que a relação perca a naturalidade. "Além disso, ele vai achar você fresca." "Os homens buscam mulheres bem-humoradas, que topam ousar e subir pelas paredes!"

3. Mostre o que você tem de melhor!
A visão é responsável pelo estímulo sexual do homem. OK, mas não significa que você precisa ter um belo bumbum ou seios avantajados para fisgá-lo. Seu jeito de andar, falar e sorrir podem fazer com que ele sinta atração sexual por você.
"Homem gosta de mulher charmosa."

4. Capriche bastante nas preliminares.
Uma boa transa não basta por si. Ela é resultado de uma pegada arrasadora, de preliminares caprichadas, de jogo sensual. Quer ir para a cama a fim de arrasar? Deixe o medo de não agradar o cara de lado e confie no seu taco! Agindo com atitude, celulite nenhuma vai atrapalhar seu prazer!

É possível aprender durante o sono?

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É possível aprender durante o sono?  Esse é o sonho de todos os estudantes. Enquanto você dorme alguém lê a matéria – ou você coloca um gravador no ouvido repetindo aquela ladainha –  e você acorda sabendo. Sem precisar perder tempo estudando para a prova. Que maravilha seria, não? Experiências anteriores mostram que infelizmente isso ainda não é possível. Entretanto, uma pesquisa recente desenvolvida por pesquisadores israelenses mostra que algumas novas informações, como sons ou respostas olfatórias podem ser adquiridas durante o sono. O trabalho acaba de ser publicado na revista Nature Neuroscience.

Recordando:

O sono é um estado caracterizado pela perda da consciência e por uma resposta reduzida a estímulos externos. Entretanto há evidências de que o cérebro “adormecido” é capaz  de processar informações sensoriais. Por exemplo, ao ouvir seu próprio nome  durante o sono o cérebro de uma pessoa terá respostas diferentes do que se ouvir nomes ou sons sem significado. Sabemos que o sono pode consolidar conhecimentos já adquiridos, mas será que podemos adquirir novas informações enquanto dormimos? O que mostrou essa nova pesquisa coordenada pelo cientista Noam Sobel?

Os voluntários eram expostos a diferentes sons e  odores  durante o sono.

Como a realização de pesquisas como essas não é fácil, os cientistas resolveram testar se os voluntários conseguiam identificar odores  de substâncias novas, que eram divididos em agradáveis (como shampoo ou perfume) e odores desagradáveis. Para garantir a fidedignidade dos resultados, era fundamental ter certeza que os voluntários estavam  realmente dormindo e que permaneciam assim durante todo o experimento. Antes de iniciar a experiência os pesquisadores fizeram vários testes para assegurar-se que os sujeitos da pesquisa estavam realmente adormecidos. Além disso, tiveram o cuidado de escolher um estímulo – como o odor –  que não acordasse os voluntários e fácil de ser reconhecido.  Sabemos que quando sentimos um odor agradável inalamos profundamente. Por outro lado, em presença de um cheiro ruim, fazemos o contrário. Temos uma respiração curta.

Como foi feita a pesquisa?

Para saber se as pessoas conseguiam reconhecer um odor agradável ou um cheiro ruim durante o sono, os pesquisadores associaram os odores a diferentes sons. Um determinado som era seguido de um odor agradável e outro som precedia um cheiro ruim.  As respostas foram monitoradas e  as primeiras observações mostraram que os sujeitos adormecidos conseguiam distinguir os diferentes odores: o agradável desencadeava uma inalação profunda e o mau cheiro uma respiração curta.

Qual foi o próximo passo?

Para verificar se havia ocorrido o aprendizado durante o sono, os pesquisadores submeteram em seguida os voluntários somente aos sons, que haviam sido previamente associados a um odor agradável ou desagradável. Surpreendentemente, as respostas respiratórias foram as mesmas: o som associado a um bom odor desencadeava uma inalação profunda e o som associado ao cheiro ruim, a respiração curta. E o melhor de tudo: esse comportamento repetiu-se  durante o sono e também quando os voluntários acordaram.

Quais são os limites?

De acordo com a Dra. Anat Arzi, que é a primeira autora dessa pesquisa, sabemos agora que algum tipo de aprendizado é possível durante o sono.  Entretanto serão necessários novos estudos para determinar quais são os limites – o que é possível e o que não é possível aprender enquanto dormimos.  Enquanto isso, temo que teremos que continuar a estudar para as provas pelo método tradicional.

A felicidade é contagiosa.

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A felicidade e o bem-estar dos seus amigos, e dos amigos deles, podem ter influência direta no seu humor, nos seus hábitos e na sua qualidade de vida.

Você já deve ter ouvido falar da teoria dos seis graus de separação. É aquela que nos coloca a uma distância de até meia dúzia de pessoas do resto do mundo. Pela hipótese, qualquer um é capaz de apertar as mãos, por exemplo, dos vencedores do Prêmio Nobel de Medicina 2008 — os franceses Françoise Barre-Sinoussi e Luc Montagnier, que descobriram o vírus causador da aids, o HIV — acionando apenas alguns poucos contatos.

Entre os matemáticos, ainda restam cálculos que comprovem tal fenômeno, que eles chamam de pequenos mundos. Já no campo da cura e da prevenção de doenças, os pesquisadores somam cada vez mais evidências de que essa mesma rede de amizades funciona como um poderoso canal de contágio de bom humor, bem-estar e até felicidade.


O que pesquisas recentes mostram é que, assim como vírus e bactérias, a saúde também é transmissível — só que por meio dos laços afetivos criados entre nós. Na prática, quem se aproxima de gente que faz ginástica, por exemplo, tende a espantar o sedentarismo sem sofrimento.

Aqueles que presenciam a decisão de um amigo de parar de fumar têm mais chances de largar o cigarro. E os que preferem conviver com pessoas alegres acabam tornando-se mais satisfeitos com a vida. De acordo com um estudo assinado pela Harvard Medical School, nos Estados Unidos, se um grande amigo seu ficar contente, a probabilidade de você começar a rir à toa só por conviver com ele é de 60%.


Como humores e hábitos se tornam contagiosos? Os mecanismos que permitem a propagação de algo que não cabe em um tubo de ensaio ainda pedem mais esclarecimentos.

Os cientistas, porém, têm algumas pistas. "Os animais sociais, como é o caso do homem, nascem com a capacidade de imitar seus pares mesmo sem ter consciência disso. É o efeito camaleão" explica a neurocientista Eliane Volchan, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. "Fazendo isso, o indivíduo consegue incluir-se no grupo e obter a necessária proteção para sua sobrevivência."


Seria como uma mímica involuntária ou instintiva, a mesma que nos rege toda vez que presenciamos um bocejo — quando nos damos conta, já estamos com o bocão aberto. Mas o trabalho do pessoal de Harvard vai ainda mais longe: sugere que a transmissão pode se dar entre desconhecidos, e a distância. De acordo com os pesquisadores, existem até três graus de contágio social. Ou seja, o amigo do vizinho de porta do seu melhor amigo tem influência sobre sua felicidade.


Outro aspecto que reforça a importância dos nossos relacionamentos é o papel das amizades na conquista da saúde. Um artigo do jornal americano The New York Times publicado em abril mostra que o amparo emocional do amigo é capaz de prolongar a vida, renovar a memória, combater o câncer, proteger o coração e até evitar a obesidade.

A neurocientista Eliane Volchan complementa: "Temos evidências de que a amizade acelera o tempo de cicatrização de uma lesão e também ajuda a reduzir o estresse".

Os especialistas apenas alertam: o círculo social é uma mão de duas vias. Do mesmo modo que conduz o vírus da felicidade, pode trazer influências não tão desejáveis, como a depressão, o mau humor, os vícios e por aí vai. Em outras palavras, o amigo do amigo do seu amigo pode ser um agente transmissor das doenças ditas não contagiosas. Isso significa que é importante estar atento a essas influências negativas.


A primeira coisa a fazer é entender que, embora estejamos falando de reações neurológicas espontâneas, podemos, sim, ter controle sobre elas e nos proteger. E não se trata aqui de se afastar de amigos que estejam acima do peso ou, então, em frangalhos emocionais. Afinal, a amizade está acima do estado de saúde das pessoas... "Mas também não precisamos ficar passivos diante de alguém que vive de cara fechada ou reclamando de tudo", orienta o psicobiólogo José Roberto Leite, do Departamento de Medicina Comportamental da
Universidade Federal de São Paulo. "É preciso uma atitude assertiva, isto é, deixar claro para o outro que o mau humor dele está fazendo mal também para você. Sem agressividade, mas com firmeza."

De acordo com Leite, a ideia não é exigir do outro que mude sua atitude. Principalmente quando o assunto for cigarro ou maus hábitos alimentares. "É preciso apenas ser coerente com você mesmo e sua saúde. Muita gente, querendo agradar, é condescendente com comportamentos alheios e acaba se prejudicando", constata Leite, que cita o caso do amigo depressivo. "Por mais que você goste dele, não dá para ficar refém de suas amarguras e ser submetido a elas a toda hora. É importante dar apoio, mas em algum momento tem de haver um basta, para que ele deixe de se escorar em você e vá se ajudar."
A psiquiatra Alexandrina Meleiro, que trabalha no
Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, confirma que a depressão é contagiante. E chama a atenção para outra questão relevante: existem pessoas mais ou menos vulneráveis a influências. "A maturidade emocional é decisiva nessa hora. Pessoas que têm muita dificuldade para lidar com dores e frustrações são mais suscetíveis", avalia. "Um bom exemplo é o de uma crise: diante dela, há os que se queixam, os que esperam que os outros a resolvam e os que tomam atitudes para enfrentá-la. Os mais maduros são os que se ajustam às dificuldades."

Outra maneira de se livrar de algumas roubadas, dizem os especialistas, é escolher os amigos com cautela. Eles recomendam ficar o máximo de tempo possível com aqueles que se mostram sempre dispostos e sorridentes. Sugerem ainda que se busquem companhias com interesses comuns e saudáveis, como correr ou cozinhar pratos balanceados. Ou seja, algo que pode ser socializado. Diante de pessoas com estado emocional ou comportamentos dos quais a gente quer distância, a orientação é esquivar-se da natural inclinação que temos para imitar expressões faciais e posturas. "Enfim, temos de procurar nos blindar sempre, sabendo o que queremos e o que não queremos para a nossa vida. Afinal, a influência social nos acomete o tempo todo."

Homens e mulheres não enxergam do mesmo jeito.

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Homens e mulheres não enxergam do mesmo jeito, concluíram dois estudos conduzidos por cientistas americanos, publicados no periódico Biology of Sex Differences nesta terça-feira. Os resultados não são nenhuma surpresa para as mulheres que criticam seus parceiros por não combinarem corretamente as peças de roupa. Nem para os homens que se reclamam que suas namoradas ou mães não entendem a graça dos videogames.

Os estudos apontam que os homens têm uma tendência maior a prestar atenção em objetos em movimento. Já as mulheres conseguem observar melhor variações nas cores — o que pode explicar por que os homens acham que as amostras de cortina que elas querem comprar são todas iguais.

Os pesquisadores compararam a visão de dois grupos de homens e mulheres (um com 52 e outro com 58 participantes) acima de 16 anos – alunos e funcionários de escolas e faculdades. Todos tinham a visão cristalina e nenhum era daltônico – condição muito mais comum em homens. Segundo o estudo da Universidade da Cidade de Nova York, as diferenças não estão nos olhos, mas no funcionamento do cérebro.

Os cientistas mostraram a um grupo de 52 pessoas (36 mulheres e 16 homens) amostras de diferentes tons de uma mesma cor, como azul, azul celeste, azul marinho etc. Os resultados revelaram que os homens dispersavam mais a visão e precisavam de mais estímulos cerebrais para identificar as diferenças de tom.

Os pesquisadores também aplicaram testes de movimento em 58 voluntários (37 mulheres e 21 homens). Eles mostraram uma tela na qual apareciam pequenas barras horizontais e verticais. As aparições eram aceleradas e aproximadas umas das outras, e os cientistas perguntavam aos voluntários quais eram os tipos de barras. Resultado: os homens revelaram maior capacidade para prestar atenção em objetos que se movimentam.

Testosterona — Os cientistas afirmam que as diferenças podem estar ligadas aos níveis de testosterona nos dois sexos. "Já as mudanças evolutivas que marcaram essas diferenças são menos claras", diz o cientista Israel Abramov, um dos autores dos estudos. Pesquisas anteriores já haviam apontado diferenças entre o olfato e audição de homens e mulheres.

Feng shui: abra sua casa para a riqueza.

Com o feng shui, você harmoniza os ambientes e atrai prosperidade para o seu lar.

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Não tem mágica pra acabar com as dívidas. Mas existem alguns segredos que atraem dinheiro pra dentro de casa! O feng shui, técnica milenar chinesa, é um deles. Com pequenos ajustes na decoração, você consegue favorecer grandes mudanças na sua vida!

“O feng shui promove o bem-estar e a qualidade de vida por meio da organização dos ambientes e para que a energia circule melhor entre os cômodos”, explica a consultora Cistina Ventura.

O uso das cores é um dos pontos fortes da técnica. Roxo e vermelho, por exemplo, “chamam” dinheiro e prosperidade. U-hu! Mas não basta decorar: tem que olhar o que está “debaixo do tapete” também: consertar vazamentos evita que o fluxo da riqueza escorra pelo ralo. Entenda melhor o feng shui, veja as dicas e comece a tornar sua vida mais próspera!

Antes de partir pra decoração, ponha sua casa em ordem!

A decoração é a pedra de toque do feng shui. Mas o ideal é ver se está tudo certo com a parte estrutural da casa antes de aplicar a técnica. Tenha cuidado com cantos quebrados e vazamentos, por exemplo. “Isso pode atrapalhar a chegada da riqueza ou empurrar o orçamento para o negativo”, explica o consultor Alberto Dimas de Oliveira. “Quanto maior o vazamento nos canos, por exemplo, mais dinheiro deixa de entrar.”

Hora de decorar e atrair dinheiro

As mudanças começam pela porta da frente. “Nada melhor que pôr maçanetas douradas para lembrar que riqueza e prosperidade estão junto com a família”, diz Cristina. Veja outros detalhes para decorar os ambientes com o feng shui!

· Na sala, almofadas e colchas de sofá, assim como paredes, nas cores roxo e vermelho atraem dinheiro!

· Arranjos de fores vermelhas ou amarelas e plantas cheias de folhas simbolizam fartura.

· No banheiro, siga a dica da Cristina: “Mantenha a tampa do vaso fechada, assim como a porta. Isso evita perda de energia ligada às fnanças”.

· Alberto chama atenção para o “quarto da bagunça”. Se estiver quase impossível de entrar nele, signifca que sua vida fnanceira está desorganizada! “Arrume prateleiras, faça limpeza e jogue fora o que não serve mais.”

Durma entre boas vibrações

Moedas chinesas simbolizam dinheiro no feng shui! Coloque um punhado delas em cima de um móvel no quarto. E aproveite para usar dos tons roxos e vermelhos neste cômodo também!

Uso e significado do espelho na decoração.

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Elaine Rabinovitch, psicóloga social e autora da tese "Vitrinespelhos-Brasil", sobre o modo de morar e os ornamentos das casas populares brasileiras, defende que os objetos da casa não só retratam como conduzem mudanças no comportamento e nos valores.

Nesse sentido, o espelho pode sair de um lugar meramente decorativo, ou da herança chique aristocrática - associada aos valores tradicionais e aos bons modos -, para atuar como elemento transformador do espaço, pois dialoga com portas envidraçadas, aumenta a refração da luz, multiplica seu lado brilhante, oferecendo novas possibilidades.

Os jogos de espelhos podem ter várias funções. Basta colocá-los em posições estratégicas para promover uma verdadeira revolução:

· Criar uma janela a mais no ambiente, trazendo a luz de fora;

· Transportar a paisagem externa para o ambiente interno (jardim, piscina);

· Criar ilusão de amplitude em pequenos espaços ou de continuidade de um ambiente (no final de um corredor, por exemplo).

Contra o mau-olhado

É na entrada da casa, de preferência no hall, bem de frente para a porta, que inúmeras tradições recomendam a colocação do espelho como guardião. Como se as forças maléficas não pudessem atravessar a face brilhante, o vidro gelado do espelho.

Houve um tempo em que os pesquisadores e místicos acreditavam que a luz saía do olho humano e iluminava os objetos, portanto o olhar era capaz de emitir maus fluidos.

Como são feitos os espelhos

As primeiras imagens refletidas foram obtidas no Egito e na Grécia antiga, com polimento de ouro, prata e bronze. Assim foi até o século XIV, quando os artesãos da cidade portuária de Veneza, na Itália, descobriram a técnica de produção de espelhos a partir de chapas de vidro e cristal, cobertas com estanho ou mercúrio. Os segredos dessa arte eram guardados a sete chaves e os artesãos trabalhavam sob vigilância.
Os espelhos móveis venezianos, tão caros quanto joias, rechearam os grandes castelos e salas da aristocracia até o século XVIII. Além de decorativos, eram símbolos de riqueza e ostentação.

No Brasil, os espelhos eram produzidos até há bem pouco tempo artesanalmente, de vidro, pois o cristal era caríssimo, importado da Bélgica. "A diferença entre vidro e cristal depende da quantidade de chumbo adicionada na fabricação da chapa - quanto menos chumbo, mais puro é o cristal. A face brilhante é feita à base de nitrato de prata. Para reconhecer a qualidade do espelho é preciso olhar na diagonal: o vidro produz ondulações e o cristal é totalmente plano, sem distorções", explica José Seixas, artesão de uma tradicional vidraçaria, instalada há anos em São Paulo.

Restaurar não compensa

Preços baixos e grande variedade de modelos industrializados desencorajam a restauração desses objetos e raramente compensa dar um novo banho de prata numa peça muito danificada."É impossível corrigir manchas antigas que já penetraram na superfície do vidro", diz o artesão.

A única maneira de garantir a durabilidade dos espelhos é mantê-los longe da umidade. Por isso, os de banheiro têm vida mais curta. A garantia de qualidade fica por conta da tradição do fabricante.

Seis lições para ser mais otimista.

Torne sua vida melhor com atitudes simples, que têm o poder de mexer com o corpo e a alma.

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1 - Abraça, que faz bem!

De que jeito? - Procure cercar-se de amigos e parentes queridos, pessoas com as quais você se sinta à vontade e possa abraçar sem sentir vergonha.
Por quê?  - Estudos demonstram que abraçar cinco pessoas por dia, durante seis segundos, deixa a gente num estado prolongado de alegria.
Como funciona? - O contato físico aumenta a produção de oxitocina, um hormônio que age no organismo causando calma e reduzindo a ansiedade.
Bônus!  - Brincar com seu animal de estimação por meia hora rende o mesmo resultado. Abraçar um bicho de pelúcia também funciona.


2 - Relembre boas histórias

De que jeito?  - Pegue aquele álbum de fotos empoeirado, combine um encontro com as amigas de escola, convide seus pais para jantar fora...
Por quê?  - Participantes de uma pesquisa que gastaram oito minutos, durante três dias, revisitando boas memórias mostraram-se mais animados do que estavam antes. E o efeito se prolonga por um mês!
Como funciona?  - O exercício treina o cérebro a olhar o lado positivo de qualquer situação.


3 - Agradeça

De que jeito?  - Lembre-se das pessoas que você ama (e que sempre te apoiam) e telefone ou mande um e-mail dizendo "obrigada".
Por quê? - Estudos comprovam que expressar gratidão uma vez por semana, durante três meses, relaxa o corpo e a mente, aumentando a sensação de otimismo.
Como funciona? - Quando a gente agradece, o organismo é capaz de reduzir os níveis de cortisol, o hormônio que causa estresse.
Bônus  - Com a mesma atitude de simplesmente ser grata aos outros você também diminui as chances de ter espinhas, dores de cabeça e até ataque cardíaco.


4 - Alongue-se

De que jeito? - Estique as duas mãos acima da cabeça, o máximo que conseguir, e conte até dez.
Por quê?  - Esse movimento tende a jogar os pensamentos para o alto, em direção ao sucesso. Por outro lado, inclinar o corpo para baixo, tocando os dedos do pé, fará você se sentir automaticamente mais pessimista.
Como funciona? - O princípio se baseia em conceitos científicos que associam conquistas e movimentos para cima.
 

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5 - Engane seu cérebro

De que jeito?  - Faça palavras cruzadas ou quebra-cabeças.
Por quê?  - Entreter-se dessa forma afasta medos e preocupações.
Como funciona? - Nosso cérebro é incapaz de processar ao mesmo tempo sentimentos negativos e atividades mentais que o desafiem.
Tente também...  - Comer chocolate amargo, que faz o corpo aumentar a sensação de felicidade.


6 - Aposte na leitura

De que jeito?  - Escolha um lugar calmo e confortável, de preferência com uma paisagem bonita, pra saborear cada página de sua revista preferida.
Por quê?  - Para a ciência, quem lê jornal ou revista fica mais disposto.
Como funciona? - Estar por dentro do que acontece no mundo distrai dos problemas, aumentando a sensação de bem-estar.

 
Tente também.  - Desligar a TV por uma hora diminui a depressão!

A diferença entre fé e esperança.

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Fé e esperança parecem sinônimas, mas podem ter sentidos diferentes dependendo do que cada um quer expressar através delas.

Esperança.

Como o nome sugere, implica um estado de espera. E se quem espera não tem maturidade para compreender que a dor e as perdas fazem parte da vida, e abraça a esperança como mera reação ao desespero, o resultado pode ser frustração e até revolta caso a expectativa não se cumpra - a volta de um amor perdido, por exemplo.
Esse tipo de esperança supõe que o poder espiritual deve realizar nossas vontades e operar milagres. Se o milagre não vem nos sentimos desamparados.

Fé.

“ Quem a tem confia num plano superior e entende que as dificuldades atendem a um propósito e servem como aprendizado”, observa o professor Franklin Santos, da Faculdade de Medicina da USP. “O indivíduo tem uma postura mais realista, o que faz com que se sinta menos desamparado mesmo quando o problema não se resolve do jeito como gostaria".

O que diz a evolução:

Do ponto de vista da evolução, fé e esperança são sinônimos. "A espécie humana foi se adaptando para viver em ambientes hostis - e uma das 'armas' ou características evolutivas que garantiram nossa sobrevivência foi a esperança. Os mais confiantes sobreviveram, assim como os que suportaram melhor o frio, o calor."

Músculos esquecidos.

Determinados grupos da musculatura são negligenciados durante a atividade física. Descubra quais são e por que eles não poderiam ficar de fora do treino.

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É cada vez maior o número de pessoas que se exercitam de segunda a sábado — sem fazer cara feia. Contudo, isso não significa que o corpo inteiro é colocado para ralar. Não raro algumas áreas são simplesmente ignoradas. De imediato, podemos citar dois dos principais motivos que levam a esse esquecimento: mulheres e homens focam em alguns músculos por livre e espontânea vontade ou, por não procurarem instrução, desconhecem a existência e a importância de certas regiões para o bom desempenho físico.
Seja qual for o pretexto para deixar alguns músculos em constante repouso, esse comportamento tende a causar prejuízos. Um deles é estético, já que a musculatura que foi trabalhada se desenvolve e o resto, não. "A hipertrofia tem limite, é claro, mas isso não exclui as ameaças de o corpo ficar desproporcional", aponta Claudia Lima, professora de cinesiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Na prática, estamos falando de marmanjos fortões e com pernas fininhas ou moças com coxas turbinadas e postura… corcunda.
E engana-se quem pensa que o desalinho dos contornos só desagrada diante do espelho. É que, se toda a estrutura corporal não estiver preparada, o grau de dificuldade do treino aumenta. "Quando os homens não têm coxas e glúteos treinados, fazer um exercício inclinado, como a remada curvada para as costas, pode ser bem mais complicado. Afinal, esses músculos ajudam a manter a boa postura e o equilíbrio", exemplifica Valter Viana, educador físico e fisiologista do exercício pela Universidade Federal de São Paulo.
Outro problema é que descuidar de determinados músculos deixa a gente mais suscetível a lesões. "O risco de se machucar é maior se existe um desequilíbrio desses, ou seja, quando algumas áreas são muito mais fortes do que outras", explica Mauro Guiselini, professor de educação física do Complexo Educacional das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), na capital paulista. Nas próximas páginas, apontamos os músculos comumente preteridos. Busque orientação e tire-os do descanso.
Mulheres
Muitas deixam os músculos superiores em segundo plano

1. Bíceps

O medo é de ver o muque crescer e a feminilidade ir embora. Mas basta maneirar na intensidade para eliminar esse risco.
2. Costas
Trabalhá-las garante maior estabilidade e segurança para realizar qualquer exercício. Além disso, a postura fica ereta e delineada.
3. Trapézio
Treinar essa área evita a formação dos nódulos de tensão. Se já estiverem instalados, melhor desmanchá-los com alongamento antes de levantar peso.
4. Tríceps
Como o popular músculo do tchauzinho não é muito recrutado no dia a dia, ele tende a despencar. O jeito é aumentar a carga e reduzir as repetições progressivamente.
Malhe o músculo do tchau
Com os braços elevados e os cotovelos flexionados, segure um halter com as duas mãos. Empurre o cotovelo para cima, mantendo os ombros fixos. Faça de 2 a 3 séries de 15 repetições.
Todos
Há músculos ignorados pela maioria das pessoas
1. Ombro
Articulação complexa, nem sempre é treinada em sua totalidade. O manguito rotador, um conjunto de músculos responsável por rotações externas, costuma ser esquecido, comprometendo a estabilidade dos ombros.
2. Antebraço
Fortalecê-lo ajuda a prevenir lesões por esforço repetitivo, como as que ocorrem por uso exagerado do computador.
3. Tibiais anteriores
Exercitar esses músculos alivia a carga no tornozelo, protegendo, assim, suas articulações.
4. Parte interna da coxa
Quem joga futebol usa muito essa musculatura ao chutar e, por isso, movimentá-la é imprescindível para evitar rupturas e inflamações. Mais preocupadas com a estética, as mulheres precisam caprichar no fortalecimento da região com outro objetivo: driblar a adversária flacidez.
Sem flacidez
Coloque uma bola entre as pernas, na altura dos joelhos. Pressione-a por 10 segundos e, depois, relaxe. Faça de 2 a 3 séries de 10 repetições.
Homens
O treino deles para a parte inferior deixa a desejar
1. Glúteos
Eles, principalmente a porção média, estabilizam a cintura pélvica durante a caminhada. Assim, se estiveram fracos, cresce o risco de ocorrer uma alteração na marcha.
2. Anterior e posterior da coxa
São bastante utilizados em atividades rotineiras, como subir escadas e agachar. Portanto, a planilha de treino deve contemplá-los. Isso serve sobretudo para quem se aventura na corrida ou no futebol, já que pernas despreparadas nesses esportes abrem caminho para contusões.
3. Panturrilha
Sua estrutura tem forte componente genético, é verdade. Ainda assim, os exercícios de resistência são cruciais, especialmente para quem corre.
Parte inferior sarada
Se não tiver problema nas costas, coloque um peso na barra e posicione-a sobre os ombros. Agache como se fosse sentar, evitando que o joelho ultrapasse 90° e a linha formada pelos pés. Mantenha a coluna ereta. Faça 3 séries de 10 a 12 repetições.

5 mitos sobre o estresse.

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Morar no último andar de um prédio garante uma bela vista. Por outro lado, implica longas viagens de elevador ou de escada. Em outras palavras, dependendo de como se encara a situação, a cobertura vira um sonho ou um aborrecimento. "Com o estresse, ocorre algo semelhante: o fato em si importa menos do que a maneira como é assimilado", avalia a psicóloga Valquíria Trícoli, vice-presidente da Associação Brasileira de Stress. A confusão, entretanto, começa na hora de decidir o que fazer para lidar com o nervosismo. Certas práticas que aparentemente esfriam a cabeça podem, na verdade, acabar esquentando os ânimos. "Estamos mais preparados para gerenciar o estresse. Só que, por falta de informação, as pessoas cometem erros que as prejudicam ainda mais", reforça o psicólogo Esdras Vasconcellos, da Universidade de São Paulo. Chega o momento de introduzir as atitudes que causam uma tempestade na massa cinzenta e as correções que asseguram a bonança cerebral. Vamos aos mitos.


1 - NÃO SE PROGRAME
A língua portuguesa é ambígua em alguns casos. No dicionário Houaiss, por exemplo, a palavra relaxado caracteriza tanto os indivíduos descontraídos como aqueles negligentes. E até por causa desse encontro de significados muita gente crê piamente que a displicência é sinônimo de calmaria. Todavia, isso não poderia estar mais longe da realidade. "Priorizar certos assuntos, organizar-se e manter uma agenda dos eventos são passos importantes para manter a serenidade", revela Ana Maria Rossi, psicóloga da Clínica de Stress e Biofeedback, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Afinal, aí estão enumerados jeitos simples de se preparar para enfrentar o que vem ao longo do dia e, então, evitar surpresas desagradáveis ou instantes embaraçosos, dois fatores capazes de alavancar os níveis de adrenalina no organismo. Mas que fique claro: a disciplina precisa ser acompanhada de flexibilidade. "Ficar engessado também atrapalha, porque qualquer imprevisto pode desencadear nervosismo", esclarece Ana Maria.

2 - MEDITE!

A tal arte milenar oriental, assim como a ioga ou até o tai chi chuan, é preconizada como um dos alívios mais eficazes para a tensão excessiva. Ela realmente tem seu valor, porém somente para quem a aprecia. Forçar alguém reconhecidamente elétrico a ficar imóvel enquanto se concentra em seu próprio corpo, além de não adiantar nada, contribui para o surgimento de uma sensação precursora do estresse: a ansiedade. "Determinados pacientes relaxam mais com exercícios físicos, outros com a leitura, e há quem aposte nas músicas", elenca a psicóloga Selma Bordin, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A regra, portanto, é investir no que você gosta. Mas para toda norma há uma exceção. "Um jogo de cartas, se ficar muito competitivo, torna-se igualmente estressante", exemplifica Esdras Vasconcellos. "É importante valorizar a diversão nesses momentos em vez de se concentrar somente na vitória ou na derrota", acrescenta.

3 - FALE ATÉ FICAR ROUCO!
Discutir a perda de um emprego ou a de um ente querido auxilia a superar o trauma. Entre outras coisas, o próprio ato de falar exige uma organização prévia do pensamento — premissa essencial para passar por cima das pedras que atravessam o seu caminho. Acontece que, em contrapartida, a insistência no assunto quase sempre culmina em nervos exaltados. "A mente não trabalha com tempos diferentes. Um evento passado, se relembrado, vem para o presente", explica a psicóloga Ana Maria Rossi. Isso quer dizer que remoer tópicos desagradáveis de tempos atrás com os amigos costuma terminar em irritação. O pior é que isso não ocorre só porque a questão continua a rondar as conversas do sujeito. Na verdade, as próprias palavras dos companheiros às vezes causam desconforto por se oporem ao raciocínio do estressado do momento. Por isso, os especialistas aconselham buscar parceiros de papo que sejam bons ouvintes e que busquem apenas aprofundar o debate. "Ajuda mais quem não emite opiniões. Caso contrário, aquele processo de estruturação das ideias é inibido", relata Selma Bordin.


4 - NUNCA DURMA NERVOSO
Em um mundo ideal, as preocupações ficariam restritas ao período em que o sol dá as caras. Mas, na realidade, cada vez mais elementos interferem no equilíbrio do dia — e muitos deles não têm medo do escuro da noite. Por isso, sejamos sinceros: aquela velha máxima de não levar problemas para a cama é difícil de ser aplicada ao pé da letra. E, mais do que isso, se trocamos horas de sono para resolver pendências, o risco de o estresse despertar junto com você aumenta. "Há estudos que relacionam um sono inadequado à secreção de hormônios como o cortisol, ligado ao estresse", aponta Rafael Freire, psiquiatra da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Uma estratégia que traz bons resultados é, em vez de resolver o que o atormenta na calada da madrugada, traçar um planejamento do que realizar ao amanhecer para solucionar a situação. Essa luz no fim do túnel serve como calmante e, de quebra, agiliza a resolução de fatores enervantes.


5 - SEMPRE RECORRA AOS FAMILIARES
As pessoas da sua família, até pela intimidade, servem como válvula de escape em muitas ocasiões. E a ciência realmente comprova que uma boa estrutura em casa reduz a inquietação excessiva. Agora, há momentos e momentos para apelar à mãe, ao pai... Na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, pesquisadores observaram que, durante uma atividade aflitiva, voluntários colocados ao lado do seu animal de estimação apresentavam a frequência cardíaca e a pressão sanguínea mais controladas do que os participantes que ficavam junto do marido ou da mulher. Isto é, se um irmão ou mesmo um primo podem até servir como um bom ouvido, aquele companheiro peludo e de quatro patas funciona melhor para atenuar os efeitos do estresse. "O bicho é afetivo, não cobra nada e ainda tira o foco do tormento", declara a psicóloga Valquíria Trícoli. Sem contar que a proximidade entre indivíduos com o mesmo sobrenome gera, em certos temas, exigências que só intensificam o desassossego.


RESPIRE FUNDO!
Pôr oxigênio para dentro e gás carbônico para fora não é tão fácil quanto parece. Ao longo da vida — e inclusive por causa de traumas ou acontecimentos emocionalmente marcantes —, a respiração vai ficando apressada. Isso, por sua vez, não contribui em nada quando os circuitos cerebrais já estão funcionando sob alta tensão. É por essas e por outras que os especialistas são unânimes: usar e abusar do diafragma, o músculo responsável por encher e esvaziar os pulmões, ajuda demais a manter a paciência. "Na hora de lidar com um desafio estressor, respirar profundamente oxigena as células cerebrais e serve como elemento tranquilizador", afirma a psicóloga Marilda Lipp, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, no interior paulista.