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Humanidade já despejou 170 mil quilos de lixo espacial na Lua.

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Muita gente ainda acredita na teoria da conspiração de que o homem nunca pisou na Lua. A verdade, no entanto, é que não só os humanos chegaram à Lua como também despejaram toneladas de lixo espacial no único satélite natural da Terra. Nesta segunda-feira (17), a quantidade de lixo aumentou: duas sondas da Nasa caíram na superfície da Lua.

Qual a quantidade de lixo que já depositamos na Lua? O site da revista The Atlantic fez um inventário parcial que ajuda a ter uma ideia da quantidade de detritos que levamos para lá. São mais de 70 naves espaciais, entre sondas, foguetes e módulos lunares, além de uma série de coisas bem mais mundanas, como cinco bandeiras americanas, duas bolas de golf, um dúzia de par de botas, kit de higiene pessoal e mais de 90 sacos de urina de astronautas.

A estimativa mais recente é de que humanos despejaram mais de 170 mil quilos de material de origem terrestre na Lua. A maior parte desse lixo foi despejado lá de propósito – os custos para retornar o lixo para a Terra são muito altos, e por isso as agências espaciais optaram por deixar o detrito no espaço.

E não é só a Lua que estamos sujando. Mais de 16 mil objetos estão na órbita da Terra. Ocasionalmente alguns detritos voltam ao planeta, em uma “chuva de meteoritos” de lixo espacial.

Cinco dicas para começar bem a segunda-feira.

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O despertador pela manhã é o anúncio do fim do descanso. Depois de dois dias de folga, chega a segunda-feira, que mais parece um monstro pronto para te atacar.

"A segunda-feira é o dia com menor índice de execução de tarefa e maior índice de adiamento", afirma Christian Barbosa, especialista em produtividade e dono da Triad Consulting. "Começamos a segunda-feira ainda na velocidade do final de semana, demoramos mais para pegar no tranco." 

No entanto, com um pouco de organização e força de vontade é possível tornar a segunda-feira um dia mais agradável e, principalmente, mais produtivo. Confira as dicas do especialista para começar a semana com o pé direito e evitar a desorganização nos quatro dias que seguem a segunda-feira.

Conclua as tarefas de sexta-feira

O lema "não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje" é o que fala mais alto no planejamento semanal. Sempre que possível, evite deixar atividades por terminar na sexta-feira. Se for inevitável, distribua o restante da atividade nos três primeiros dias da semana. "É melhor não deixar para terminar tudo na segunda-feira", diz.

Esqueça as reuniões no começo da semana

O ideal, segundo o especialista é marcar as reuniões de planejamento nas quartas, quintas e sextas-feiras. "Nós já estamos em um ritmo mais lento no começo da semana, reuniões acabam tomando muito tempo e sobra pouco para a organização das tarefas pessoais", diz.

Evite planejar excessivamente a sua segunda-feira

Por incrível que pareça, Christian sugere que apenas três ou quatro horas do dia sejam dedicadas a atividades previamente marcadas. "Você precisará de mais tempo para a organização da semana, portanto, evite encher a segunda de compromissos."

Tome notas

Christian aconselha utilizar ao menos um organizador prático como o Outlook, uma planilha de atividades ou até mesmo um bloco de notas. "Não podemos confiar na memória, caso contrário perdemos a concentração nas atividades a todo momento, com a voz interna lembrando de tudo que temos a fazer."

Receba a segunda-feira de braços abertos

O especialista lembra que, apesar de todas as reclamações quanto às segundas-feiras, o início de uma nova semana deve ser sempre lembrado como uma nova oportunidade de realizar seus projetos. "É claro que ninguém fica feliz quando acaba o descanso, mas quando se faz o que se gosta, uma segunda-feira deixa de ser um martírio e vira uma oportunidade."

Planeje sua vida e seja mais feliz.

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Se você está pensando em dar uma guinada na sua vida, comece pela introspecção. "Momentos assim são importantíssimos quando perseguimos a mudança. Nessas horas, conseguimos enxergar com clareza se estamos contentes com o que conquistamos e também definimos como queremos viver e o que é de fato importante para nós", opina a psicoterapeuta Monika von Koss, de São Paulo.
E nada de querer virar o mundo de ponta cabeça. Transformações radicais estão fadadas ao fracasso. É por isso que tanta gente abandona suas resoluções assim que elas se mostram insustentáveis. "Grandes mudanças resultam de uma série de pequenas atitudes cristalizadas ao longo do tempo. Isso torna o processo mais orgânico, fluido", garante a especialista.
Uma dica para dar os primeiros passos é seguir uma lista. "Essa ferramenta nos permite avaliar nosso grau de merecimento e também nossas prioridades. Eis uma boa pergunta a fazer: será que estou me esforçando tanto para comprar o que não preciso e gastando até o que não tenho simplesmente para impressionar quem não conheço?", explica psicólogo junguiano Waldemar Magaldi Filho, de São Paulo, autor de Dinheiro, Saúde e Sagrado (ed. Eleva Cultural).
A seguir, aproveite as dicas dos especialistas para resolver antigas pendências ou simplesmente injetar mais energia nos setores da vida que andam "abatidos".
Amor - Se você está sozinha, mas anseia por formar um par, comece a admitir para si mesma o quanto um relacionamento poderá enriquecer sua vida. "É comum o ser humano desdenhar o que não possui ou considera difícil de ser alcançado como estratégia de defesa", afirma o psicólogo clínico Ailton Amélio da Silva, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), autor de Relacionamento Amoroso (ed. Publifolha) entre outros títulos.
Se você já tem um parceiro e estão enfrentando problemas, não há motivo para pânico. "Todos os casais enfrentam altos e baixos. E, muitas vezes, passada a fase ruim, retomam a união com mais força", assegura Ailton. Segundo ele, para nos aproximarmos de quem amamos, devemos esboçar, com frequência, gestos construtivos: conversar, apoiar o outro, ser compreensivo, compartilhar objetivos, investir na sintonia sexual.
Também é válido reconsiderar o que se espera de um compromisso. "Precisamos nos apossar de nossas questões para só então estarmos com o outro sem transformá-lo em nosso pilar de sustentação", enfatiza Margarete Volpi, psicoterapeuta familiar e de casal, de São Paulo. "Resgatar os aspectos positivos da relação em vez de focalizar as divergências costuma ser restaurador", endossa Margarete. Segundo ela, o diálogo precisa de constante uso, senão a comunicação fica prejudicada. Acolher a opinião do outro, mesmo que seja diferente da sua, é outro exercício que deve entrar na agenda do par. "Você não tem de concordar, mas pode aceitar a posição do parceiro. Essa postura evita muitos desgastes", aponta a psicoterapeuta.

Além de manter a escuta disponível, observe se vocês continuam marcando o mesmo passo ou se a coreografia está desencontrada. Pode ser que os dois só precisem ajustar o ritmo. "As pessoas mudam, os sonhos mudam, assim como as necessidades e as circunstâncias. Portanto, o casal precisa, de tempos em tempos, readaptar-se ao cenário", aconselha Margarete.
Agora, se você está reunindo coragem para sair de uma relação que há tempos perdeu o sentido, não hesite em pesar os prós e os contras dessa decisão. Portanto, não se precipite, tampouco se acomode. "Permanecer num relacionamento ruim é pior, pois empata a vida das duas partes, muitas vezes tornando o clima em casa prejudicial para os filhos", avalia Ailton.
Trabalho - "Não é difícil mudar os rumos da vida profissional. Difícil e desaconselhável é permanecer numa posição que nos oprime de alguma maneira. Quem não está satisfeito vai à luta", desafia Ana Fraiman, psicóloga, consultora de carreiras e autora do livro O Chefe dos Meus Sonhos (ed. Alexa Editorial).
"A pessoa frustrada se sente improdutiva, o que abala sua autoestima", observa João Marcos Varella, consultor da DBM Brasil e autor de O Desafio de Empreender (ed. Campus). O incômodo pode ter muitas origens e essas questões podem ser resolvidas em boa medida por meio do diálogo com o chefe. Faça o que estiver ao seu alcance, só não sinta pena de si mesma. "Colocar-se na posição de vítima atrapalha tudo", alerta João Marcos. Hoje, concordam os especialistas, cada um deve se responsabilizar pelo próprio aprimoramento. Desde escolher um novo trabalho, cursar uma especialização, ativar o network com antigos colegas, amigos e parentes, até manter uma poupança para tempos difíceis.
Relações pessoais - "Para que possamos melhorar qualquer tipo de relacionamento, temos de melhorar antes a maneira de nos relacionarmos com nós mesmas: respeitar-se, perdoar-se, honrar os próprios valores, seguir a intuição", afirma a psicoterapeuta Patricia Gebrim, de São Paulo, autora do livro Enquanto Escorre o Tempo – Pensamentos, Histórias e Metáforas sobre a Vida (ed. Pensamento).
O próximo passo é selecionar quem queremos manter perto de nós. "Quando nos conhecemos bem, conseguimos eleger os que merecem pertencer ao nosso círculo mais íntimo. Muitas vezes, relações baseadas no interesse drenam nossa energia", diz ela. Se você está querendo fazer uma faxina na lista de supostos amigos, privilegie o contato com pessoas do bem, ou seja, "que tratem você com consideração e respeito e, sobretudo, que a respeitem do jeito que você é", aconselha a especialista.
É comum ainda o desentendimento nascer da nossa incapacidade de aceitar o modo de amar alheio. "Às vezes, o jeito de a pessoa se comportar ou se expressar é diferente do que avaliamos como sendo o certo. Daí nos frustramos e nos distanciamos", explica a terapeuta familiar Roberta Palermo, de São Paulo. Poderíamos, ao contrário, entender as motivações do outro, mesmo sem aprová-las.

Dicas para você amar o emprego que você já tem.

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Mesmo que aquela gostosa sensação de satisfação plena com o trabalho tenha sumido, não é preciso correr atrás de novas oportunidades para recuperar a felicidade. Veja o que fazer:

Você se imagina, várias vezes, que está no cinema, na sorveteria ou em qualquer lugar bem longe do escritório? Diagnóstico: seu trabalho deve estar muito tedioso. Você não é a única a odiar seu emprego. Quase metade das pessoas entrevistadas pela Right Management, consultoria de recursos humanos, está insatisfeita com o trabalho: 5 700 profissionais responderam "não" ao serem perguntados se eram felizes com a atividade atual. Pois é. Mas não precisa bater na porta de outra empresa ou ir para outra área. Reverter o quadro sem pedir demissão é mais esperto. "Ficar na mesma empresa é melhor por causa do vínculo, que é o que faz você crescer e ser promovida", diz  a consultora Elaine Saad. Mudar de endereço aumenta o tempo para construir vínculo na nova organização. E o pior: os problemas podem voltar. Os motivos que fazem você chorar nas noites de domingo geralmente são os mesmos que poderiam deixá-la tão entusiasmada quanto ter o salário do Bill Gates. Ou até mais. Dinheiro até traz felicidade, mas não tão duradoura quanto a gerada pelos fatores a seguir:

O chefe

Quase sempre ele é o causador dos problemas. "O chefe imediato é responsável por até 75% dos pedidos de demissão", diz Elaine. As queixas são as mais variadas: ele "Não ouve minhas ideias", "Não valoriza meu trabalho", "Pede coisas impossíveis", "Nunca explica o que quer", "Esquece que eu sou só uma"... Se você costuma repetir algum desses mantras, saiba que apenas reclamar não adianta. Em vez disso, fale. Sim, só assim pode mudar algo. "Não dá para demitir o chefe, mas dá para ensiná-lo a trabalhar com você", diz a consultora de RH Stella Angerami. Seja clara e objetiva, sem esquecer a hierarquia. Da próxima vez que ele despejar em sua mesa uma pilha de tarefas urgentes, mas impossíveis de ser realizadas em um dia, diga: "Preciso saber quais são as prioridades para me organizar, porque não vou conseguir fazer tudo hoje". Acredite, dá certo.

O orgulho

"Para ter felicidade profissional, você precisa enxergar um significado para o seu trabalho e ver que é valioso e útil para si e para os outros", diz o professor Anderson Sant'Anna. Quem não vê sentido para o seu suor de todo dia dificilmente se mantém satisfeito com o que faz. A saída é entender melhor os processos da empresa e identificar como as tarefas que executa se encaixam no contexto. Você pode ter que conversar com os colegas e com o chefe. Para fazer bem a sua parte, é preciso entender de que forma você contribui.

O reconhecimento

Todo mundo quer saber se o que faz está agradando. Vai bater desânimo se a dedicação for total e a empresa nunca der sinais de que você é importante - seja aumentando suas responsabilidades, seja escalando você para uma viagem ou para um curso. "Quando não há retorno, a sensação é de dar muito sem receber nada", diz Elaine. "Mas só ouvir parabéns basta." Se nunca escutou algo parecido, diga para seu chefe: "Gostaria de ter uma avaliação do meu trabalho, dos meus pontos fortes e do que posso melhorar". Se não quiser algo tão formal, sonde caso a caso: "E aquele relatório que fiz, será que posso usá-lo como modelo?" Repita a operação sempre que necessário. Quanto ao curso ou à viagem, pague para ver: candidate-se e ouça a resposta.

Os desafios

Não há quem resista a passar anos fazendo a mesma coisa. A gente precisa de desafios para testar capacidades e para desenvolver novas aptidões. "Quem não os tem pode cair na síndrome da estagnação", diz o consultor Gutemberg B. de Macedo. De novo: se está faltando esse ingrediente, você precisa se mexer. "Você pode se candidatar para assumir um projeto mais complexo dentro da própria empresa", diz Macedo. A dica é ficar sempre de olho nas oportunidades. Se a companhia ganhou um novo cliente de uma área que você domina, dê ideias e mostre que entende do mercado.

As perspectivas

"Ainda que você goste do que faz e da empresa em que está, se quando olha para a frente pensa que vai morrer no mesmo lugar, vai se sentir insatisfeita", afirma Elaine. Aqui não tem segredo: se você acha que já passou da hora de ser promovida, encontre o momento para conversar sobre o assunto com o chefe. De novo, seja objetiva: "Não é só dizer 'Quero crescer', mas 'Tenho condições de crescer e de assumir isso e aquilo'", diz Elaine. Antes, porém, a especialista aconselha fazer uma avaliação realista sobre as suas capacidades e estocar munição para a conversa. Será preciso explicar e dar exemplos bem práticos de por que você se sente preparada para subir - e, se o chefe não parecer pensar o mesmo, convencê-lo disso.

O equilíbrio

Se você trabalha demais e tem sido impossível encontrar as amigas, deve estar infeliz e estressada com as horas que passa fora de casa. "A verdade é que a maioria não usa o tempo da melhor forma", diz Macedo. A solução está na organização. O ideal é estabelecer metas e prioridades diariamente: identifique as atividades urgentes e as que são importantes mas podem esperar e dirija toda a sua energia para realizar o que interessa. Se isso virar rotina, vai sobrar espaço na agenda para pegar um cineminha, namorar, fazer academia. Macedo só faz um alerta: "Tem sempre um chefe que telefona a qualquer hora e você se sente na obrigação de atender". Nesse caso, dar um basta é função toda sua.

Os colegas

"Relacionar-se é outro fator para a felicidade no trabalho", observa Sant'Anna. Claro, você não precisa viajar para a praia com o pessoal do escritório, mas, se está desenturmada, saiba que dá para tornar o ambiente agradável. "Manter uma convivência amistosa é o primeiro passo", diz Stella. Além disso, tente achar pontos em comum com alguns colegas. Assim, terá companhia para almoçar e tomar um café durante a tarde - aos poucos, o ambiente parecerá mais acolhedor. O problema acontece quando você não tem o perfil da empresa. Aí, sim, mudar é a melhor escolha.

Idade revela o que os homens esperam de um relacionamento.

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Uma pesquisa realizada com 35 mil pessoas revela que quando se trata de compromisso sério a idade do homem pode fazer muita diferença na forma como ele encara um relacionamento.
Durante a enquete, foi solicitado as pessoas que escolhessem uma frase que fazia mais sentido para eles e ao analisar os resultados por faixa etária e expressão escolhida é possível verificar como a fase vivida em cada idade influencia na busca por um relacionamento sério e duradouro:
A expressão “vamos nos divertir sem pensar no amanhã” foi a campeã entre os jovens de 18 a 24 anos, com 37% dos votos.

Enquanto isso, a frase “e viveram felizes para sempre” foi a que mais fez sentido para os homens com idade entre 25 e 35 anos.

Já os usuários mais maduros, de 36 a 46 anos, escolheram a expressão “que seja eterno enquanto durar”.

As barbas mais bizarras do mundo!

Pensei em colocar o título “As mais feias do mundo”, mas gosto não se discute. Mas que são todas bizarras é unanimidade, né? Dá uma olhada:

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Os melhores beijos olímpicos.

A gente já viu que Londres está cheia de casais disputando medalhas. Mas não é só essa forma de carinho que está rolando por lá, na Olimpíada. O site BuzzFeed fez uma lista muito engraçada de beijos olímpicos. Confira abaixo a galeria, um pouco modificada e adaptada:

1. Beijo entre companheiros de equipeenhanced-buzz-29483-1344598212-8

2. Beijo entre oponentes148073175JH00206_Olympics_D

3. Beijo no treinador148073413JV00002_OLYMPICS_D

4. Beijo apaixonadoLondon Olympics Beach Volleyball Women

5. Beijo apaixonado no treinador148073489DI00363_Olympics_D6. Beijo apaixonado entre companheiros de equipe

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7. Beijo no filho148073472RD00064_Olympics_D

8. Beijo da mãeenhanced-buzz-17701-1344598500-11

09. Beijo em foto de famíliaenhanced-buzz-5132-1344598333-5

10. Beijo no uniformeLondon Olympics Athletics Men

11. Beijo em cavaloLondon Olympics Equestrian

12. Beijo no aparelho de ginásticaenhanced-buzz-17079-1344598386-13

13. Beijo no pesoenhanced-buzz-29503-1344598242-6

14.Beijo no chãoenhanced-buzz-4824-1344599520-19

15.Beijo na medalhaenhanced-buzz-16596-1344598220-4

Apimente sua vida na hora do sexo.

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Quando o assunto é sexo, a maioria das pessoas cria uma zona de conforto: repete as posições de um repertório (bem) limitado, elege a cama como o melhor lugar para transar e até define data e hora para o rala e rola, como em uma consulta ao dentista. Resultado: apesar de a vida sexual nunca ficar no zero a zero, ela se transforma num verdadeiro déjà vu. "Há algumas razões para a mulher buscar essa situação de segurança: não ser inconveniente ao propor algo novo; sentir-se desconfortável com o corpo ou com odores naturais; perceber que o homem tem melhor desempenho em determinadas posições; estar há tempos na mesma relação", Pensar — ou experimentar — coisas novas na cama trará arrepios (no melhor sentido) desconhecidos. "Aumentar a intimidade é o segredo para que o casal não fique tão dependente do sexo no piloto automático. Temperar seus relacionamentos (longos ou curtos) com as sugestões calientes da lista a seguir será uma maneira divertida e gostosa de manter a sintonia entre você e seu parceiro — e vai proteger sua vida sexual da ameaça do tédio. Só não vale ficar acanhada ao sugerir novidades picantes ao seu homem; as chances de ele entrar no jogo antes que você termine o convite são bem grandes. "Vejo muitos casais querendo inovar na cama, mas cada pessoa espera a sugestão do outro."

Sexo na piscina ou banheira.
O receio de ser pega transando em uma piscina e a sensação de bem-estar de namorar na banheira são ingredientes que botam fogo nas transas subaquáticas. Para deixar a experiência ainda mais gostosa, explore os sentidos: nus, façam massagens com óleo essencial (o de ilangue-ilangue é afrodisíaco) um no outro, usem sais de banho perfumados na banheira ou na ducha. Como a água diminui a lubrificação da vagina, peça a seu parceiro que a penetre fora d’água. "Quando estiver na banheira, mova seu quadril em direção ao jato de água, até que a pressão faça uma massagem no seu clitóris", aconselha Ana Canosa, terapeuta sexual e consultora de WH. "A sensação do orgasmo dentro da água morna é bastante relaxante."

Ler o Kama Sutra:
Esse clássico da sexualidade oriental vai inspirá-la a incluir novas posições sexuais em seu portfólio. Mas não tente copiar as imagens ao pé da letra. "Como várias delas são acrobáticas, você corre o risco de acabar com o clima por causa do incômodo ou das risadas", diz a psicoterapeuta e sexóloga Iracema Teixeira, doutora pela UFRJ. Antes de testar as manobras, capriche nas preliminares. Sexo oral e masturbação simultânea vão prepará-los para o ápice do prazer e ajudar que cheguem ao orgasmo em qualquer posição — até as mais esquisitas, como a picada de escorpião ou a nó da cobra.


Usar comida.
Devorar sua sobremesa predileta no seu homem predileto pode não dar certo. Caldas e líquidos sujam a cama, deixam a pele melecada, pegajosa, com um cheiro esquisito... "Usar comidas ou bebidas no sexo oral pode irritar a mucosa vaginal, principalmente se os alimentos forem ácidos", conta a médica ginecologista e obstetra Carolina Ambrogini, coordenadora do Projeto Afrodite, do Centro de Sexualidade Feminina da Unifesp. Tente os óleos comestíveis ou bolinhas com sabor que estouram com a penetração. Uma volta na sex shop vai mexer com a sua imaginação.

Ver filme pornô e aprender algo:
Muitas mulheres não se animam em assistir a filmes pornográficos por um motivo: sobra sexo e falta romantismo nas histórias. Mas há luz no fim do túnel. Diretoras como a sueca Erika Lust estão se destacando por produzirem filmes voltados para nós. As cenas são quentíssimas, mas há mais delicadeza (e menos imagens ginecológicas). Baixe vídeos em lustcinema. com, "para ver sozinha ou a dois", diz Carolina.

Dar uma escapadinha na hora do almoço:
Alegre seu dia quebrando o expediente com... sexo. Só não vale voltar para o trabalho com o cabelo molhado (a não ser que você tenha um álibi como a academia). Para fazer a hora livre render, leve para o motel comidas que sustentam e esquentam o clima pelo poder afrodisíaco, como morangos frescos, pratos com pimenta ou gengibre, uma taça de champanhe ou vinho tinto... valem até ostras! Caso não possa encontrar seu amor, mande um e-mail pedindo ajuda com uma apresentação de PowerPoint. Escreva no assunto "conteúdo confidencial" e alerte que ele só poderá abrir o arquivo quando todos do escritório estiverem no restaurante. Seu e-mail indiscreto vai deixá-lo com muita fome de você.

Usar calcinhas comestíveis:
A verdade é que, na hora H, o que os homens mais querem é ver sua calcinha bem longe. Mas esse pedaço de pano tem poderes maiores do que você imagina. Experimente contar ao seu parceiro que lhe dará tudo o que quiser assim que devorar, literalmente, a peça. Será a refeição mais prazerosa do dia dele! E tente variar ao máximo seu acervo: calcinhas com zíper na frente, fio-dental, transparentes, rendadas. Para as mais corajosas: "Jante com o amado vestida com uma de suas novidades. No meio da noite, tire a peça no banheiro e discretamente coloque-a no colo dele, sob a mesa", fala Iracema. Ele nem vai ligar de pular a sobremesa — e de pagar a conta sozinho e dar gorjeta.

Mandar sms ou fotos bem provocantes via celular.
Boa! A conquista deve extrapolar as quatro paredes: quanto mais pensam em sexo, mais ligados estarão na cama. Isso não quer dizer que deva enviar fotos e SMS explicitamente sexuais (imagine o trauma que você poderia causar na sobrinha curiosa do gato). Fotografe uma parte do corpo em que gostaria de receber uma massagem, sua boca, a lingerie nova. E lembre-se de manter o clima quente até o momento do encontro: de nada vale fazer esse jogo de sedução e depois sumir. "Prepare-se para concretizar aquilo que propôs. Por exemplo, reproduza a imagem da foto para ele vê-la ao vivo e em cores, do jeito que a desejou.

É gostoso e divertido desafiar seus limites e tentar coisas novas, mas aqui estão cinco ideias que você deve deixar fora da sua lista de tarefas sexuais.

Asfixia sexual.
Um tapinha não dói, mas outras ousadias sadomasoquistas podem machucar, sim — ou até levar à morte. É o que pode acontecer ao prender a respiração ao ter um orgasmo. Há muitas formas de perder o fôlego de um jeito brando. Essa não vale o risco.

Falta de proteção.
Mesmo em relacionamentos longos, em que ambos tenham feito testes de DSTs e prometeram ser fiéis, não é possível garantir sexo 100% seguro caso não usem camisinha. O homem pode transmitir doenças, como o HPV, mesmo sem desenvolver os sintomas. É melhor prevenir do que remediar.

Sexo em movimento.
Fazer sexo oral em alguém que está dirigindo é triplamente perigoso: para quem está no carro, para os outros motoristas da via e pedestres.

Vídeo erótico.
Tudo bem gravar a performance de vocês na cama. Mas depois da diversão dê fim à prova do crime. Em muitos casos, o prazer e a diversão só duram até o relacionamento terminar — e ele postar as proezas de vocês online e sua mãe e seu chefe assistirem).


Troca de orifícios.
É uma receita para o desastre: o pênis vai do ânus para a vagina e, então, para a boca (ou segue o caminho inverso, conforme a empolgação) sem que troquem de camisinha. Outra ação proibida: fazer o mesmo com os brinquedinhos eróticos. Lembre-se: uma infecção urinária causada pela bactéria E. coli não tem nada de sexy.

Mudança comportamental e gestão emocional no trabalho.

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As exigências do cliente, concorrência exacerbada, emergência do serviço, pressões dos accionistas, colocam as empresas numa constante reestruturação. Já não é necessário demonstra-se a necessidade da mudança e da adaptação. O objectivo desta adaptação é ajustar-se às evoluções do meio que se vão acelerando e até mesmo precede-las. Hoje em dia, as organizações são obrigadas a considerar a mudança como um estado permanente. A mudança é a aprendizagem de um novo comportamento. Qualquer mudança visível assenta numa modificação do comportamento do indivíduo ou da organização. Simultaneamente é acompanhada por uma modificação dos conhecimentos correspondentes à nova experiência realizada no plano comportamental, que coloca os indivíduos em estados de “alerta” para a necessidade de responder de forma eficaz à alteração de rotinas e hábitos que podem em determinadas situações gerar ansiedade e stress disfuncional.

A ansiedade e o stress podem ser entendidos como tentativas do indivíduo (veja que não uso o termo mental nem físico) em adaptar-se a alguma nova situação, trata-se de uma mobilização global do organismo que aparece quando este é submetido a uma tensão suficientemente forte. Devemos ter presente, que a ansiedade e/ou o stress não são doenças em si, mas podem proporcionar o desenvolvimento de outros problemas.

Este sistema de defesa que a biologia instilou em nós ao longo da evolução é algo de extraordinário, mas na vida actual com todas as subtilezas que ela nos revela, não poderá «virar-se o feitiço contra o feiticeiro»? Não há como evitar a conclusão de que o actual sistema de defesa se tornou, por si mesmo, uma ameaça fundamental à nossa saúde. Não seremos capazes de aumentar, ou mesmo manter a nossa saúde, e de igual forma sermos funcionalmente competentes se não adoptarmos profundas mudanças no nosso sistema emocional e na organização social.

Daniel Goleman (1998), um reputado psicólogo norte americano no seu livro “Trabalhar com Inteligência Emocional “, aponta para a importância de se promover uma nova educação que esteja atenta não só à transmissão do saber tecnológico, mas que também desperte nas pessoas a necessidade de aprender a gerir pressões, emoções e sentimentos na tentativa de lhes permitir alcançar estados que facilitem desempenhos eficazes e funcionais. Se a mudança pode ser concebida como uma modificação do comportamento dos indivíduos, numa determinada situação, pode ser reduzida à aprendizagem de novos comportamentos e à aquisição de novas representações, habilidades e capacidades.

Que habilidades e competências humanas fazem parte dos ingredientes para a excelência na liderança e no trabalho?

BOM DOMÍNIO DAS TENSÕES PSICOLÓGICAS

Para favorecer a mudança para a excelência, é necessário reestruturar os comportamentos dos empregados que estão no centro dos desafios estratégicos da empresa. Escolher a mudança para o talento humano como valor prioritário no funcionamento de uma organização, pode ter de passar pela promoção e gestão emocional no mundo do trabalho. O bom funcionamento das organizações exige dos seus empregados, supervisores e gestores, uma boa capacidade para motivar e um bom domínio das tensões psicológicas que se exprimem, na maior parte das vezes sobre a forma de emoções.

As emoções são o produto de um desequilíbrio homeostático, ou seja, um estímulo que provoca uma resposta, resposta essa que está dependente de vários sistemas que se comunicam entre si, com o propósito de reporem o equilíbrio, a expressão desse equilíbrio é conhecido pela forma mais apurada da emoção, o sentimento. As nossas emoções podem levar ao embaraço ou favorecerem a nossa capacidade de pensar e planear, de cumprir um horário, de resolver problemas, pelo que estabelecem os limites da nossa competência para utilizar as nossas aptidões mentais inatas, e portanto determinam as decisões que tomamos na nossa vida e como nos saímos nela, em suma, não podem ser bem elaboradas tendo como alicerce apenas a racionalidade pura.

Torna-se premente elevar o nível de consciência relativamente ao estado emocional de cada indivíduo, saber exprimi-lo de forma funcional e ensinar a controlar as emoções prejudiciais para a execução das tarefas e consequente desempenho, assim como contribuir para a promoção das relações interpessoais, aumento da motivação e satisfação no trabalho e de igual forma para o bom funcionamento organizacional.

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A VERDADE SOBRE AS EMOÇÕES NO TRABALHO

Uma das formas como as emoções negativas se expressam no local de trabalho, é nos membros pertencentes a uma equipa, quando não existe cooperação nem disponibilidade para com os colegas. Isto normalmente é uma reacção com a intenção de magoar sentimentos. No local de trabalho as pessoas tendem a dar respostas emocionais, pois vêem os colegas como uma extensão familiar, comportando-se como se fossem membros da família. Se a família/organização tem boas habilidades comunicacionais e existe interacção positiva, desenvolvem-se comportamentos funcionais e adaptativos resolvendo as diferenças de forma apropriada. Se por outro lado, a família/organização é disfuncional, as pessoas comportam-se por vezes como se fossem crianças a brincar na areia – “o teu camião bateu no meu, e eu nunca mais quero brincar contigo.”

Quando as pessoas se sentem magoadas, podem de forma inconsciente tornarem-se em sabotadores, verificando-se isto das mais variadas formas, incluindo, o não cumprimento de prazos, tratar de forma inadequada um cliente, estragar recursos. Noventa e nove por cento do tempo, isto são comportamentos que acontecem de forma inconsciente. As pessoas nem sempre são conhecedoras que estão a ter comportamentos prejudiciais para a produtividade e rendimento, dado que a grande parte das nossas acções processam-se de forma inconsciente. Se as emoções negativas e disfuncionais não forem levadas em consideração, as organizações por certo vão ter perdas significativas relacionadas com o rendimento dos funcionários, assim como perdas relacionadas com os clientes, sucesso financeiro e marketing.

FACTORES CHAVE PARA A MOTIVAÇÃO

Todas as organizações querem ter na sua equipa pessoas motivadas. As organizações gastam tempo e dinheiro para motivar os seus funcionários. Querem construir e desenvolver a paixão, e o que é a paixão, senão emoções? Ou seja, por um lado as organizações esforçam-se para criar sentimentos que sirvam os seus interesses, e por outro, suprimem esses mesmos sentimentos. Não podemos ter pessoas motivadas se não promovermos as boas emoções e os sentimentos adaptativos. As organizações devem centrar-se no equilíbrio emocional dos funcionários assim como num ambiente de trabalho saudável.

Pessoas motivadas e apaixonadas fazem as coisas acontecerem. Motivação, criatividade, e produtividade são factores que todas as organizações querem ver presentes. Apresento-lhe 6 formas para encorajar as emoções positivas nas organizações:

  • Criar um ambiente de abertura; encorajar as pessoas a falar
  • Transmitir a informação de forma clara e perceptível
  • Abertura para expressar as emoções acerca da organização
  • Dar formação aos funcionários sobre resolução de conflitos
  • Criar um ambiente descontraído
  • Admitir que nem todas as tomadas de decisão surtem efeito

Quer ter sucesso? Mude-se a si próprio.

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Não queira mudar as outras pessoas, isso não funciona. Pode desperdiçar a vida inteira tentando. Não pretendo ser radical ao ponto de lhe transmitir que não vale a pena ajudar os outros a crescerem, a desenvolverem-se ou a melhorar. Não podemos querer mudar os outros a nosso belo prazer, ou porque nos facilita a vida ou a obtenção de algo.

Vejamos o seguinte: A grande maioria de nós gasta parte do seu tempo e energia na tentativa de mudar as pessoas que participam na nossa vida. Por vezes somos tentados a pensar que conseguimos mudar os outros de forma a que fiquem melhor equipados ou capacitados para que nos façam felizes. Isto é especialmente verdade no que diz respeito às crianças. Empenhamos grande parte do nosso tempo a falar com as crianças sobre a forma como nós pensamos que eles deveriam comportar-se ou mudar algumas coisas que fazem. Mas as crianças não aprendem de forma eficaz ouvindo aquilo que lhe dizemos, mas sim da forma como nos observam a fazer as coisas e nas atitudes que temos na nossa vida.

Dica: O ensino pelo exemplo é a melhor forma de garantirmos que alguém segue as nossas atitudes, as leve a sério e acredite terem valor.

Na actualidade as crianças, ao ouvirem os adultos a falarem para elas sobre aquilo que deveriam mudar, na grande maioria das vezes dizem, “sim, está bem”. Eu penso que aprenderam esta frase com o Bart Simpson. É um atalho para dizerem, “Eu não estou a ouvir o que dizes, estou é atento ao que fazes.”

SEJA A PRÓPRIA MUDANÇA.

Na nossa era, Gandhi foi provavelmente responsável por mais mudanças nos outros que qualquer outra pessoa. Como é que ele fez isto? Ele tinha uma fórmula profundamente simples. As pessoas por vezes  procuravam  Gandhi para lhe perguntar como é que ele conseguia mudar as pessoas. Por vezes alguns diziam-lhe, “Eu concordo consigo sobre a não-violência, mas existem outros que não. Como é que os posso mudar?” Gandhi disse-lhes que eles não conseguiriam mudar os outros.”Você tem de ser a própria mudança que deseja ver nos outros,” Disse Gandhi.

Provavelmente já se questionou várias vezes: “Como é que eu mudo o meu parceiro?” Ou, “Como é que eu posso mudar o meu amigo.” Ou, como é que faço para ele mudar a sua atitude.”

A mensagem que quero transmitir é: Seja a mudança que quer ver nos outros. Ao ser aquilo que quer que os outros sejam, você lidera pela inspiração.Tolo é aquele que afundou seu navio duas vezes e ainda culpa o mar. Se você continuar fazendo o que sempre fez, continuará obtendo o que sempre obteve. Ou menos.

COMPORTAMENTO ASSERTIVO.

A vida é dinâmica, o mundo está sempre em constante alteração. A necessidade que temos de nos adaptar às novas coisas da vida é permanente. Por este motivo, estaremos sempre um passo atrás da própria mudança que nos é imposta nas mais variadas áreas da nossa vida. Estará sempre alguém a comportar-se da forma que não queremos e que não achamos correta. A tendência e o impulso natural que temos, é a crítica, o olhar de esguelha e a maledicência. Perante esta atitude, colocamo-nos numa posição de não mudança, de não responsabilidade, de não interferência. Desmobilizamo-nos das coisas pela ação da crítica e do desdém. Corremos o risco, de também não sermos assertivos, dado que os outros também não foram. Não nos propomos a mudar-nos a nós próprios, e não damos o exemplo em que os outros poderiam inspirar-se para mudar. O caricato disto tudo é, que o mundo está em constante mudança, mas na grande maioria das vezes é uma mudança não orientada. É uma mudança reactiva. 

APRENDIZAGEM POR OBSERVAÇÃO.

A teoria da aprendizagem por observação do psicólogo Albert Bandura, sugere que as pessoas podem aprender simplesmente através da observação do comportamento de outras pessoas. A pessoa observada é chamada de modelo. A este processo dá-se o nome de Condicionamento Vicariante – é o processo de aprender reações emocionais através da observação de outras pessoas. Verificou-se que indivíduos que observaram um modelo a expressar uma resposta condicionada de medo desenvolveram uma resposta emocional condicionada de forma vicariante a um estímulo que anteriormente era neutro. Além da experiência directa, esta teoria enfatiza a importância de modelos de aprendizagem por observação para o desenvolvimento da personalidade. Os indivíduos adquirem respostas emocionais e comportamentos através da observação dos comportamentos e respostas emocionais dos modelos.

Uma forma de motivar, de ensinar e de mudar os outros é certamente através do exemplo, através de nos transformar-mos em “modelos” das atitudes e comportamentos dos outros. Ao adquirirmos esta posição na vida, colocamos igualmente a possibilidade de sermos activos e assertivos nas nossas metas de vida.

ATITUDES POR MODELAGEM.

Ao adoptarmos uma atitude de modelo face à forma como gostaríamos que as coisas ou outros fossem, aumentamos a probabilidade de sermos bem sucedidos. Se você fosse um director de vendas e pretendesse motivar mais os seus vendedores, como é que acha que seria mais eficaz? Acredito que se tivesse a atitude que gostaria que os vendedores tivessem, fosse bem sucedido. Não lhes deveria dizer como deveriam ser ou como fazer, mas sim inspirá-los a fazer, fazendo.

O mesmo parece ser viável para nós mesmos quando necessitamos de mais motivação, força de vontade ou inspiração. Se adoptarmos a atitude positiva de alguém que “invejamos” ou que idolatramos, caminhamos rumo ao sucesso, dado que seguimos o modelo que já provou ter resultados muito satisfatórios. Umas vezes sendo você o modelo, outras vezes modelando os outros que lhe servem de modelo, o importante é que consiga a atitude necessária para efectuar as mudanças adequadas e facilitadoras da obtenção dos resultados desejados.

Homens e mulheres não enxergam do mesmo jeito.

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Homens e mulheres não enxergam do mesmo jeito, concluíram dois estudos conduzidos por cientistas americanos, publicados no periódico Biology of Sex Differences nesta terça-feira. Os resultados não são nenhuma surpresa para as mulheres que criticam seus parceiros por não combinarem corretamente as peças de roupa. Nem para os homens que se reclamam que suas namoradas ou mães não entendem a graça dos videogames.

Os estudos apontam que os homens têm uma tendência maior a prestar atenção em objetos em movimento. Já as mulheres conseguem observar melhor variações nas cores — o que pode explicar por que os homens acham que as amostras de cortina que elas querem comprar são todas iguais.

Os pesquisadores compararam a visão de dois grupos de homens e mulheres (um com 52 e outro com 58 participantes) acima de 16 anos – alunos e funcionários de escolas e faculdades. Todos tinham a visão cristalina e nenhum era daltônico – condição muito mais comum em homens. Segundo o estudo da Universidade da Cidade de Nova York, as diferenças não estão nos olhos, mas no funcionamento do cérebro.

Os cientistas mostraram a um grupo de 52 pessoas (36 mulheres e 16 homens) amostras de diferentes tons de uma mesma cor, como azul, azul celeste, azul marinho etc. Os resultados revelaram que os homens dispersavam mais a visão e precisavam de mais estímulos cerebrais para identificar as diferenças de tom.

Os pesquisadores também aplicaram testes de movimento em 58 voluntários (37 mulheres e 21 homens). Eles mostraram uma tela na qual apareciam pequenas barras horizontais e verticais. As aparições eram aceleradas e aproximadas umas das outras, e os cientistas perguntavam aos voluntários quais eram os tipos de barras. Resultado: os homens revelaram maior capacidade para prestar atenção em objetos que se movimentam.

Testosterona — Os cientistas afirmam que as diferenças podem estar ligadas aos níveis de testosterona nos dois sexos. "Já as mudanças evolutivas que marcaram essas diferenças são menos claras", diz o cientista Israel Abramov, um dos autores dos estudos. Pesquisas anteriores já haviam apontado diferenças entre o olfato e audição de homens e mulheres.

Use rolhas de cortiça para criar diferentes objetos de decoração.

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Descanso de panela, porta-retrato, tapete de banheiro, enfeite de janela: basta usar os pedacinhos de cortiça que você já tem em casa para criar esses (e outros) objetos.

O que você precisa

· Rolhas, furadeira e faca pequena (você já tem em casa);

· Folha de cortiça e cola instantânea;

· Fita de cetim e barbante colorido.

Pode vir quente.

Para não queimar a toalha na hora de levar panelas ou travessas à mesa, monte um jogo de descanso original: cole quatro rolhas, formando um quadrado - ele será o centro da peça. Depois grude quantas rolhas desejar nas laterais. A fita de cetim dá um toque de sofisticação.

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Moldura fina

Renove o seu porta-retrato predileto num piscar de olhos utilizando rolhas de duas tonalidades diferentes. Faça assim: corte-as ao meio, deixando todas com a mesma altura. Depois cole os pedacinhos alternadamente na moldura.

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Doce balanço

Personalize as janelas da sua casa com esta cortina. Faça um furo estreito no centro das rolhas com uma furadeira. Corte o barbante da altura do varão até um palmo abaixo do parapeito. Em seguida, passe o fio pelos orifícios e dê um nó nas extremidades das rolhas para fixá-las. Finalize amarrando cada fio no varão.

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Pise no macio

Dê um toque rústico ao banheiro da criançada com este tapete de 45 cm x 65 cm. Criá-lo é muito fácil: cole as rolhas enfileiradas sobre uma folha de cortiça - material antiderrapante e que não estraga em contato com a água.

Feng shui: abra sua casa para a riqueza.

Com o feng shui, você harmoniza os ambientes e atrai prosperidade para o seu lar.

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Não tem mágica pra acabar com as dívidas. Mas existem alguns segredos que atraem dinheiro pra dentro de casa! O feng shui, técnica milenar chinesa, é um deles. Com pequenos ajustes na decoração, você consegue favorecer grandes mudanças na sua vida!

“O feng shui promove o bem-estar e a qualidade de vida por meio da organização dos ambientes e para que a energia circule melhor entre os cômodos”, explica a consultora Cistina Ventura.

O uso das cores é um dos pontos fortes da técnica. Roxo e vermelho, por exemplo, “chamam” dinheiro e prosperidade. U-hu! Mas não basta decorar: tem que olhar o que está “debaixo do tapete” também: consertar vazamentos evita que o fluxo da riqueza escorra pelo ralo. Entenda melhor o feng shui, veja as dicas e comece a tornar sua vida mais próspera!

Antes de partir pra decoração, ponha sua casa em ordem!

A decoração é a pedra de toque do feng shui. Mas o ideal é ver se está tudo certo com a parte estrutural da casa antes de aplicar a técnica. Tenha cuidado com cantos quebrados e vazamentos, por exemplo. “Isso pode atrapalhar a chegada da riqueza ou empurrar o orçamento para o negativo”, explica o consultor Alberto Dimas de Oliveira. “Quanto maior o vazamento nos canos, por exemplo, mais dinheiro deixa de entrar.”

Hora de decorar e atrair dinheiro

As mudanças começam pela porta da frente. “Nada melhor que pôr maçanetas douradas para lembrar que riqueza e prosperidade estão junto com a família”, diz Cristina. Veja outros detalhes para decorar os ambientes com o feng shui!

· Na sala, almofadas e colchas de sofá, assim como paredes, nas cores roxo e vermelho atraem dinheiro!

· Arranjos de fores vermelhas ou amarelas e plantas cheias de folhas simbolizam fartura.

· No banheiro, siga a dica da Cristina: “Mantenha a tampa do vaso fechada, assim como a porta. Isso evita perda de energia ligada às fnanças”.

· Alberto chama atenção para o “quarto da bagunça”. Se estiver quase impossível de entrar nele, signifca que sua vida fnanceira está desorganizada! “Arrume prateleiras, faça limpeza e jogue fora o que não serve mais.”

Durma entre boas vibrações

Moedas chinesas simbolizam dinheiro no feng shui! Coloque um punhado delas em cima de um móvel no quarto. E aproveite para usar dos tons roxos e vermelhos neste cômodo também!

Uso e significado do espelho na decoração.

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Elaine Rabinovitch, psicóloga social e autora da tese "Vitrinespelhos-Brasil", sobre o modo de morar e os ornamentos das casas populares brasileiras, defende que os objetos da casa não só retratam como conduzem mudanças no comportamento e nos valores.

Nesse sentido, o espelho pode sair de um lugar meramente decorativo, ou da herança chique aristocrática - associada aos valores tradicionais e aos bons modos -, para atuar como elemento transformador do espaço, pois dialoga com portas envidraçadas, aumenta a refração da luz, multiplica seu lado brilhante, oferecendo novas possibilidades.

Os jogos de espelhos podem ter várias funções. Basta colocá-los em posições estratégicas para promover uma verdadeira revolução:

· Criar uma janela a mais no ambiente, trazendo a luz de fora;

· Transportar a paisagem externa para o ambiente interno (jardim, piscina);

· Criar ilusão de amplitude em pequenos espaços ou de continuidade de um ambiente (no final de um corredor, por exemplo).

Contra o mau-olhado

É na entrada da casa, de preferência no hall, bem de frente para a porta, que inúmeras tradições recomendam a colocação do espelho como guardião. Como se as forças maléficas não pudessem atravessar a face brilhante, o vidro gelado do espelho.

Houve um tempo em que os pesquisadores e místicos acreditavam que a luz saía do olho humano e iluminava os objetos, portanto o olhar era capaz de emitir maus fluidos.

Como são feitos os espelhos

As primeiras imagens refletidas foram obtidas no Egito e na Grécia antiga, com polimento de ouro, prata e bronze. Assim foi até o século XIV, quando os artesãos da cidade portuária de Veneza, na Itália, descobriram a técnica de produção de espelhos a partir de chapas de vidro e cristal, cobertas com estanho ou mercúrio. Os segredos dessa arte eram guardados a sete chaves e os artesãos trabalhavam sob vigilância.
Os espelhos móveis venezianos, tão caros quanto joias, rechearam os grandes castelos e salas da aristocracia até o século XVIII. Além de decorativos, eram símbolos de riqueza e ostentação.

No Brasil, os espelhos eram produzidos até há bem pouco tempo artesanalmente, de vidro, pois o cristal era caríssimo, importado da Bélgica. "A diferença entre vidro e cristal depende da quantidade de chumbo adicionada na fabricação da chapa - quanto menos chumbo, mais puro é o cristal. A face brilhante é feita à base de nitrato de prata. Para reconhecer a qualidade do espelho é preciso olhar na diagonal: o vidro produz ondulações e o cristal é totalmente plano, sem distorções", explica José Seixas, artesão de uma tradicional vidraçaria, instalada há anos em São Paulo.

Restaurar não compensa

Preços baixos e grande variedade de modelos industrializados desencorajam a restauração desses objetos e raramente compensa dar um novo banho de prata numa peça muito danificada."É impossível corrigir manchas antigas que já penetraram na superfície do vidro", diz o artesão.

A única maneira de garantir a durabilidade dos espelhos é mantê-los longe da umidade. Por isso, os de banheiro têm vida mais curta. A garantia de qualidade fica por conta da tradição do fabricante.

Lichia para chapar a barriga.

 

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Além de levíssima, a lichia é uma ótima aliada no emagrecimento graças a uma substância que regula as células de gordura. Guarde o nome dela: cianidina.

Se o critério para fazer parte da sua dieta, ainda mais no verão, é não pesar na balança, saiba que essa fruta de origem chinesa é uma das menos calóricas, ainda mais se comparada com outras delícias que aportam nos supermercados nesta época de festas de final de ano.
"A licha tem apenas 6 calorias, o que representa, mais ou menos, 0,3% do que um adulto pode comer ao longo de um dia", estima a nutricionista Raquel Magalhães, do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro. Ou seja, se devorar dez unidades suculentas, só irá gerar energia o suficiente para tostar em uma atividade bem simples, como fazer a cama ou arrumar a mala para um final de semana na praia. Algo assim.
Mas a leveza do fruto não é o único argumento a seu favor na discussão de estratégias antiobesidade. Veja que curioso: um estudo da Universidade de Hokkaido, no Japão, analisou a perda de gordura abdominal em voluntários que receberam extrato de lichia. "Ao final de dez semanas, eles derreteram 15% a mais de gordura na região da barriga do que os participantes tratados com placebo", explica por e-mail, com exclusividade a SAÚDE!, o médico Jun Nishihira, que conduziu a pesquisa. Ele até revelou sua suspeita: o efeito se deve à cianidina.
A cianidina é um pigmento que tinge a casca de vermelho e, apesar da brancura da polpa, também se faz presente nela, ainda que em quantidades bem menores — mas incrivelmente eficientes na ação sobre as gorduras. "Vale lembrar que não existem alimentos milagrosos para o emagrecimento", alerta Mirian Martinez, nutricionista do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, ao ouvir a notícia. "A lichia pode, sim, dar uma força se associada a uma dieta equilibrada e à prática de atividade física para cumprir essa função." Não adianta se esbaldar com ela e, em seguida, comer um panetone inteiro, por exemplo. Por falar em se esbaldar, Nishihira não determinou ainda a quantidade ideal de frutinhas a ser consumida para perder centímetros na cintura. Então coma à vontade, sem dispensar acompanhamentos saudáveis.
Outro encanto da lichia é ser uma fonte de vitamina C: com apenas seis frutas, você já alcança a recomendação de ingestão diária do nutriente de um jeito doce, doce... "A vitamina estimula o sistema imunológico, aumenta a resistência às infecções, auxilia a cicatrização de feridas, aumenta a absorção do ferro pelo intestino e evita o envelhecimento precoce", enumera Carla Christimann, nutricionista do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
Só que, justamente por ser rica em vitamina C, a frutinha exige alguns cuidados. Quando submetida ao calor ou em contato com a luz, a substância se perde. Por isso, deve ser armazenada em locais frescos e escuros e, de preferência, ser consumida in natura.
Já o mineral que aparece em maior abundância no fruto chinês é o potássio. "Ele atua no equilíbrio da água do organismo, ajuda no armazenamento de proteínas musculares, na função renal, na contração do músculo cardíaco e no relaxamento muscular em geral", diz Solange Saavedra, gerente técnica do Conselho Regional de Nutrição de São Paulo e Mato Grosso do Sul. O potássio também é conhecido por seu poder anticâimbras e, por isso, pode ser consumido em boas doses por quem pratica atividade física.

O QUE ELA TEM:
Em uma porção de 100 g (aproximadamente dez unidades sem casca)
Valor energético...........66 cal
Carboidratos..............16,53 g
Proteínas......................0,83 g
Gorduras......................0,44 g
Fibras..............................1,3 g
Cálcio..............................5 mg
Fósforo..........................31 mg
Ferro..........................0,31 mg
Potássio.....................171 mg
Vitamina C................71,5 mg
Tiamina.....................0,01 mg
Ribofl avina..............0,065 mg
Niacina........................0,6 mg
FONTE: DEPARTAMENTO DE AGRICULTURA DOS ESTADOS UNIDOS (USDA)


NOVIDADE? SÓ PARA NÓS.
Para os brasileiros, a lichia é uma mania de consumo mais recente, que só nas últimas décadas começou a aparecer à mesa — e olhe lá, que ainda é difícil encontrá-la em algumas regiões. Mas os chineses tiram proveito da frutinha há tempos. Seu cultivo é conhecido desde 1500 a.C. e cresce ano a ano, principalmente no sudeste daquele país. No Brasil, a primeiríssima lichieira foi plantada no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em 1810, e serviu para alegrar o olhar dos visitantes porque os frutos só passaram a ser comercializados 160 anos depois. Hoje, a lichia é cultivada principalmente no estado de São Paulo, responsável por 90% da produção nacional.


PODER ANTIOXIDANTE.
A cianidina, que assegura a ação antiobesidade da lichia, e outras substâncias classificadas como antocianinas — todas pigmentos — são antioxidantes que combatem o envelhecimento precoce e diversas doenças. Funciona assim: dentro do corpo, essas substâncias doam elétrons aos radicais livres, estabilizando-os e impedindo que provoquem alterações celulares. "Ao captar os radicais livres, as antocianinas colaboram para prevenir problemas cardíacos e câncer", afirma Eliana Vellozo, nutricionista da Universidade Federal de São Paulo.


RANKING DO POTÁSSIO.
O mineral pode ser encontrado em hortaliças, frutas, carnes, leite e cereais. Em dez lichias, há 171 mg de potássio, a mesma quantidade encontrada em metade de uma banana-prata ou em seis pêssegos. Veja abaixo:
10 lichias (66 cal) =
6 pêssegos (216 cal)
ou
5,5 maças (308 cal)
ou
¼ abacate (30 cal)
ou
½ banana-prata (50 cal)

Animal triste: o que fazer?

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Motivos não faltam para abalar as emoções do seu animal de estimação. O cachorro, por exemplo. Se ele não tiver um quintalzinho que seja para brincar e se exercitar à vontade, não vai viver lá muito feliz. Caso passe boa parte do tempo na mais completa solidão, idem. Quanto ao gato, por trás daquele ar de felina superioridade esconde-se um ser carente. Pois é, cães e bichanos são sensíveis ao que acontece ao seu redor. Basta ver a reação apavorada deles a trovoadas e rojões.

Até mesmo a agitação doméstica e vozes alteradas podem deixá-los nervosos, avisa o veterinário homeopata Marcos Eduardo Fernandes, de São Paulo. Há outras razões para a tristeza sem fim. A perda de um companheiro faz o bicho sofrer. O mesmo acontece quando nasce um bebê na família que o adotou e ele deixa de ser o centro das atenções. Mudanças de ambiente, uma viagem de curta duração, a ida ao pet shop para os cuidados com a higiene ou a estadia num hotelzinho também são fatores capazes de causar um certo estresse.

"Já que nem sempre dá para poupá-lo das adversidades da vida, a melhor forma de prevenir traumas é socializar o animal", recomenda a veterinária especialista em comportamento Hannelore Fuchs, de São Paulo. Assim que estiver devidamente vacinado, leve seu cão ou gato para passear, interagir com outras pessoas e animais e conhecer diferentes lugares. Desse modo ele fica psicologicamente mais preparado para encarar o que lhe desagrada.

Se mesmo com esses cuidados você notar sinais de alteração emocional no seu mascote, leve-o a um especialista em comportamento animal para que ele defina o melhor tratamento. "A terapia costuma dar bons resultados", garante o zootecnista Alexandre Rossi, especialista em comportamento, de São Paulo. As sessões consistem em treinamentos e na exposição gradativa ao fator estressante. Isso dessensibiliza o animal e facilita sua adaptação a situações desfavoráveis. O uso de florais e homeopatia também é excelente para equilibrar reações emocionais. Em casos extremos, o veterinário lança mão de medicamentos alopáticos, como antidepressivos e ansiolíticos.


Quando o animal é medroso

Se ele morre de medo de trovões e fogos, ponha algodão nos ouvidos nos momentos mais críticos, aconselha Marcos Eduardo. Evite gritar, bater porta ou fazer qualquer outro barulho mais forte. "Se a família estiver aguardando a chegada de um bebê, mostre ao animal as roupinhas e a barriga da futura mamãe para que ele se acostume com a idéia e não se sinta preterido", recomenda Hannelore. Evite deixá-lo em locais estranhos, como hotéis, e leve-o sempre ao mesmo pet shop. Por fim, passear no mínimo duas vezes por dia é fundamental.

Sintomas de alterações emocionais no animal

Fique atento nos sintomas que podem revelar alterações emocionais:
Tremor
Agitação
Tristeza
Apatia
Agressividade
Vômito
Diarréia
Inapetência
Coceira
Sono excessivo
Morder patas e/ou unhas e arrancar os pêlos
Esconder-se em um canto da casa
Taquicardia
Bocejos em excesso
Respiração ofegante
Os gatos urinam e defecam fora do tanque de areia